quarta-feira, 7 de maio de 2008

Arcade Fire - Neighborhood #3 (Power Out)



Agora ao rever este vídeo lembrei-me que na verdade não foi preciso ninguém me falar de Arcade Fire para ficar a conhecer, este foi o primeiro clip da banda a passar cá que eu me lembre (o primeiro single foi Neighborhood #1 (Tunnels), já estive a ver), na MTV e a música também passava na Antena 3, e lembro-me que me chamou à atenção, até gostava de ouvir.
Fica aí o original, pelo que disse em cima, embora prefira vídeos de concertos, dão uma ideia mais real daquilo que se pode ver ao vivo, do que as bandas são capazes de dar ao público.
E, pronto, há que o dizer, o vocalista ao vivo demonstra algumas falhas, mas gostei do pouco que vi no You Tube em relação à performance da banda no geral [por acaso pus há umas semanas uns concertos a sacar, mas ainda não estão completos].

terça-feira, 6 de maio de 2008

Quase que só me apetece postar vídeos de música, mas não o posso fazer.
E por falar em música, tenho ouvido os dois álbuns de Arcade Fire, a ver se entra no ouvido para começar a avaliar o que realmente acho deles... já achava piada aos singles, e há mais algumas que se ouvem muito bem, tenho que ver se me agrada no geral, há músicas óbvias de que não gosto.
Não sei porquê, mas o pavilhão de mecânica (do meu curso) tem-me provocado sonolência quando lá estou dentro na oficina.

domingo, 4 de maio de 2008

Na quarta ia a passar pelo centro de Viseu e já com saudades, mesmo com nostalgia em relação ao cortejo académico que tinha sido no dia anterior. Não é que eu me divirta muito durante o cortejo, mas aquilo acaba por ser uma grande festa, e eu acabo por gostar porque anda toda a gente muito bem disposta e animada e eu vou bebendo umas cervejolas... e até comentei com um amigo que ia comigo este pensamento.

sábado, 3 de maio de 2008

Dia de sexta

Ontem não dormi muito e nem pensei que ainda me aguentasse tão bem, como nos tempos de secundário que passava noites inteiras e seguidas no pc e com aulas de manhã.
Tinha dormido 30min quando me deitei, já de manhã, 30min ao almoço e 30min a caminho de Aveiro. Saí à noite para ir jogar poker e snooker com uns amigos e ainda queria ir para a discoteca mas ninguém quis, cheguei a casa às 3:30 e ainda fui ver tv, mas comecei a dormitar e lá me deitei às 4.
12:30 acorda-me a minha mãe, e pronto, ainda me sinto sonolento... à noite já devo estar mais fresco e pronto para ir beber uns copos até à hora que os amigos quiserem.


P.S.: De tudo o que escrevo, sobre o que ainda gosto menos de escrever é quando descrevo como um dia banal se passou.

Calma

Sexta foi um dia complicado, deitei-me quase uma hora depois de escrever o post, ainda estive no messenger a falar aí com uma pessoa do lado que não pensava lá encontrar àquela hora, quer dizer, não esperava sequer encontrar quem quer que fosse... e durmi meia hora.
Andei mal disposto durante essa manhã, já tinha andado mal disposto na quinta, não ter calma e querer mais do que aquilo que algumas pessoas nos podem dar faz-me ficar chateado e irritado, mas pronto, nada que pensar no assunto volta e meia ao longo dos dias para no final chegar à conclusão que a culpa seria minha, e que a calma e pensar mais um bocadinho nas coisas e no outro lado é a solução.
E este post não tem nada a ver com paixões, não foi isso que me motivou a escreve-lo.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Cheguei há minutos do recinto académico. Hoje foi Jorge Palma, apesar de ter perdido talvez metade do concerto, até gostei do que vi. Da primeira e última vez que vi, há uns anos em Coimbra, ele estava sozinho e não tinha gostado nada, mas hoje estava com a banda e foi porreiro e porque até nem desgosto muito de blues rock, ou lá o que é aquilo. E prefiro a Blasted Mechanism, que tinha sido ontem, que é uma coisa que oiço em concerto mas não aprecio muito, não gosto das guitarras, até Jorge Palma tem malhas - ou lá como se chama que sou um leigo na matéria - mais ao meu gosto.
Às 8:15 o mais tardar terei que estar na escola por causa de um trabalho de grupo que foi marcado com o professor. Isto porque vai ser fundida uma peça de alumínio e ele tem que lá estar que eu e os outros não percebemos muito ou nada daquilo. O raio do trabalho tem que ser entregue até ao fim da semana e logo tinha que ser semana académica, onde não há aulas e há destas coisas.
E claro que podia ter chegado mais cedo, mas deram-me a volta para ficar e não fazer o percurso de trinta minutos a pé até casa e fiquei a ouvir a porcaria da discoteca académica e danado por nunca mais virmos embora, só mesmo quando os seguranças nos mandaram... e isto de dormir pouco não faz bem nenhum...!

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Alice in Chains - Them Bones

Neste momento chateado, logo só me apetece publicar isto, música agressiva.
Já a era para ter publicado há mais tempo porque gosto e é a primeira faixa do álbum Dirt (o melhor dos AIC) e uma excelente forma dele começar.


Confusão

Eu e a confusão andamos de braços dados. Auto confundo-me e por vezes ainda confundo os outros.
Não sei se era isto que queria escrever, mas já que estamos a falar de confusão, o post se for confuso só vai comprovar a teoria.

sábado, 26 de abril de 2008

O plano

O que tenho a dizer sobre o 25 de Abril, ou Dia da Liberdade? Foi libertador, mas não teve nada a ver com as comemorações do dia, isso foi apenas uma coincidência. Apenas foi aplicado o plano de frontalidade falado neste post. Demorou uns meses mas também porque não houve muitas oportunidades, e sobre isto não há mais nada a falar aqui.
Acabei a noite a ouvir Xutos & Pontapés, concerto integrado na Semana do Enterro de Aveiro e era para pôr o vídeo da Circo de Feras mas fica só o link, apesar de nem apreciar muito punk-rock, e um pouco ainda menos os Xutos, mas até se ouve e até era uma música apropriada ao momento. Mas a noite tinha que acabar a ouvir a Black, a caminho de casa, aquela última parte... sempre encaixou e há-de encaixar.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

The Killers - Hot Fuss

Comprei este às 23h ali na fnac do novo Palácio do Gelo. O meu primeiro álbum de indie-rock, que já há algum tempo pensava em comprar alguns, e não era para ser este o primeiro, mas desde que escrevi o post com o vídeo da Mr. Brightside que passei a querer que o fosse.
Venham mais! (quer dizer, o dinheiro não nasce...)


P.S.: A maioria dos álbuns indie estão na parte alternativa, e esta banda e Morrissey, para mim também lá deveriam de estar, mas não, estão no pop/rock e Faith No More estava na alternativa em vez de na hard/heavy, isto "penso eu de que!"

quarta-feira, 23 de abril de 2008

No filme Feast of Love (Banquete de amor) que vi há uns meses, numa das cenas, uma personagem corta um dedo da mão e a justificação dele à médica foi que queria que o corpo sentisse tanta dor como a alma dele sentia, gostei do conceito, um bocado romântico e tal... Não é a mesma coisa mas é um pouco o conceito que me vem à cabeça quando vou correr uns quilómetros e quando com o passar do tempo aquilo começa a ser realmente cansativo e custoso para o corpo, aliás, muitas vezes esse é o impulso que me leva a sair de casa para ir correr, com um pouco de raiva misturada.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Nabo

De vez em quando - ser nabo - estende-se das parvoíces que vou dizendo para outras coisas. Mais uma entorse no tornozelo direito, e vão três, e essas três a jogar futebol e as três sozinho com a bola, não me lembro da segunda, mas acho que foi.
Menos má que a primeira e pior que a segunda, suficiente para me fazer mancar ligeiramente, ficou bem dorido, apesar de na altura ter continuado a jogar até ao fim do jogo.
Bonito!
P.S.: Não sou tão nabo a jogar como isso, são desatenções estúpidas, como apoiar-me sobre o lado de fora do pé de apoio durante um passe e desequilibrar-me e pimba. :D

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Só para dizer que comecei a ler no sábado à noite "Beatles", de Lars S. Christensen.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Acabei ontem à noite de ler "verdade ao amanhecer". Para mim foi uma autêntica seca, estava a ver que o raio do livro não acabava. Foi um erro ter comprado este livro, é a conclusão a que chego.
É que nem sequer é um verdadeiro romance, um filho de Hemimgway pegou em relatos do pai enquanto esteve em África e publicou aquilo, ou seja, é autobiográfico e acaba por ser um diário. Não é por aí que se possa dizer que é mau, mas não passa de relatos de caça e da comunidade que rodeava Hemingway, e não acontece nada de extraordinário, houve algumas passagens mais ou menos mas foram raras. O livro chega a ser estranho, como ele ter mulher mas também ter uma namorada africana e a mulher não se importar. A mulher parece uma mimada, a começar pela maneira como fala, parece mesmo uma menina mimada, o que me chateia. Aliás, muitos dos diálogos entre ele e a mulher parece o diálogo entre criancinhas: "e vamos ser muito amigos" (algo muito repetido, e que casais usam assim tanto isto?!) e coisas do género. E com a namorada o diálogo também não é grande coisa, como a utilização da frase no "hay remedio" e por vezes "la puta gloria", sem qualquer nexo, não sei qual a piada... E criou uma espécie de "religião", ponho entre aspas porque eles chamam-lhe religião mas aquilo de religião não tem nada. Isso é outra coisa estranha, tal como as próprias regras da religião e o próprio o admite de alguma maneira em conversa com a mulher.
Quando li "o velho e o mar" ainda tentei ser simpático no julgamento ao livro, pensando que pudesse ter sido falta de sensibilidade minha, "por quem os sinos dobram" foi mais ou menos, mas sem dúvida o melhor dos três, apesar de a dada altura já estar completamente farto da guerra civil espanhola, e acabou por ser mais interessante no aspecto histórico do que propriamente como romance.
Acho que já tive a minha dose de Hemingway e julgo não voltar a ler nada dele.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Temple of the Dog - Hunger Strike

As minhas vozes favoritas das minhas duas bandas favoritas em dueto no melhor período delas, das vozes e talvez para muita gente, das bandas, neste aspecto acho apenas um período diferente (melhor nalguns pontos, pior noutros)...
Há lá coisa melhor...!

Sinceramente acho que certos jornalistas deviam ser quase proibidos de falar, porque têm umas palas na cara como os burros e são demasiado subjectivos mostrando só o que lhes interessa e às vezes pior ainda, têm total liberdade para escrever merda. Sim, merda. Um trabalhador normal seria despedido, mas esses escondem-se atrás da desculpa de "liberdade de expressão" para o mau profissionalismo.
Dois exemplos:
Não é por estar na moda, mas não gosto lá muito dos comentários do Rui Santos, nem costumo ver programas de debate ou de opinião, mesmo desportivos, mas das poucas vezes que apanhei o senhor a falar, para ele é tudo fácil, critica tudo e todos e sempre com soluções. Se é assim tão fácil e ele é tão bom e sabe tanto sobre tudo porque não põe mãos à obra?! Por vezes diz que a solução para A é B, mas na semana a seguir B foi aplicado e já diz que é C, sem qualquer nota de ter errado na semana antes. Chico Esperto...!
Outro com quem não vou lá muito à bola é com o Joel Neto, não sei quem é o patrão deste senhor que o deixa escrever o que quer assim de qualquer maneira sem o mínimo de bom senso. Escreve numa das revistas que vem ao fim-de-semana no JN, antes falava de desporto, das poucas vezes que o lia havia sempre coisas com as quais não concordava nada, chegava a fazer críticas mesquinhas... agora acho que escreve sobre o que lhe apetece. Há dias queixava-se dos novos ambientalistas e defensores dos animais, poderá ter razão em muitos pontos, principalmente nos falsos moralistas, mas falhou na maneira como o quis demonstrar, em que pelos vistos só tem direito a ser ambientalista e defensor dos animais quem nasceu e cresceu no campo... onde já se viu isto?! Deve-se achar o maior. Mais uma vez, críticas mesquinhas, como os garotos, não há maturidade por aí?!
Porque é que os gajos do hip-hop têm a mania de criticar tudo e todos e não são exemplo para ninguém nem nos aspectos que criticam?
Com aquela linguagem deles e aqueles gestos que é uma coisa que me enerva profundamente, como se tivesse mesmo que ser, aliás, se fosse um escreveria "memo" em vez de "mesmo", e depois ainda criticam os portugueses que não cantam em português, deve ser porque eles nem o português falam como deve ser.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Enquanto passava numa passadeira no sábado à noite, vejo o vidro da condutora do carro que estava mais próximo a abrir:
- Isto é uma passadeira e não uma passeadeira!
Grande vaca pensei, mas como não estava à espera daquilo só consegui responder:
- A passear andas tu!
Isto enquanto a cobarde se punha a andar, disse o que quis e sem razão, no seu Audi A6 novo e nem me pude defender.
Ela teria razão se:
primeiro, se me tivesse feito à passadeira sem ver se o poderia fazer em segurança, mas olhei, pelo canto do olho mas olhei e vi que ela ia suficientemente devagar para ter tempo de travar quando me fizesse à passadeira;
segundo, não passei devagar, até costumo acelerar nas passadeiras, apenas ajeitei a gola do casaco enquanto atravessava, mas acho que não é proibido, não parei para o fazer.
Por isso, só me apetece tratar mal a senhora dona rica.

domingo, 30 de março de 2008

The Killers - Mr. Brightside (*)

Algo diferente do habitual, já tinha dito que até gostava de indie-pop/rock.
Não desgosto da letra, quase que encaixa, porque o vocalista ainda é mais sortudo que eu... e também não sou nenhum "Brightside"...



(*) Para ti! Mesmo que não tenhas conhecimento desta m... deste espaço.

terça-feira, 18 de março de 2008

Acabei de ver o cartaz do Alive, Neil Young, Ben Harper & The Innocent Criminals, Rage Against the Machine e no lastfm, Chris Cornell, embora no site do cantor não tenha nada, o resto para já não me interessa nada. Ben Harper é naquela, aprecio mais algumas que outras, Neil Young tem boas faixas de rock e acho-o emblemático, os RATM também não me importava e Chris Cornell, não é Soundgarden, mas pronto, bem bom, ou talvez mesmo o melhor. Só que como é óbvio, depois de constatar que não seria tudo no mesmo dia pensei "não pode" e depois ao ver a data pensei mesmo "não pode", porque realmente não posso, estarei em exames. Puta de sorte. Talvez vá ao Rock in Rio, tenho curiosidade em ver Lenny Kravitz e Amy Winehouse, a contrariar está aquela... Ivete Sangalo, que horror, e James Morrison com aquela vozinha de flor de estufa... Claro que não me importava de ver Metallica, mas não ligo ao resto das bandas desse dia, algumas com aquelas vozes grossas, como se isso fosse cantar... tristes!, e as guitarras demasiado barulhentas e com os agudos quase a não se ouvirem...

domingo, 16 de março de 2008

Cinema, cinema, cinema

Como previsto, há duas semanas fui ver The Kite Runner (O menino de Cabul), não sou muito fã de histórias muito dramáticas, mas dos últimos filmes que vi, foi sem dúvida o melhor.
Na semana passada vi Michael Clayton, a apresentação engana bastante, a primeira metade do filme apresenta-nos o caso, mas engonha um bocado e o que é apresentado na apresentação é pouco aprofundado durante o filme. Não é mau mas na verdade estava à espera de bem melhor.
Hoje vi Juno, estava a pensar que era um filme a contar o grande drama de uma adolescente que tinha engravidado e o que iria passar durante essa fase, mas não, enganei-me, aconteceu isso mas não da maneira super dramática que imaginava, e ainda bem. Um bom filme e com alguma piada.
Não gostei de duas coisas hoje, a tradução na legendagem, era horrível, mesmo do pior que alguma vez vi. Exageraram na maneira como os adolescentes falam, ao ponto de escreverem coisas que nada tinham a ver com o que era dito, nem com a realidade dos nossos adolescentes em Portugal, se é que era essa a intenção... Nunca ouvi, mesmo cá, algo tipo, "não sou nenhum pau" ao querer-se dizer que não se é "frio como uma pedra" e foi "pedra" - rock -, que foi dito, isto foi o cúmulo, que incompetência, e será que não há um supervisor para estas coisas?! Credo.
E depois as pessoas que não se sabem comportar num cinema, e para mim gargalhadas exageradas em qualquer situação, também entram. Contenham-se um pouco. E sim, eu mostro descontentamento se atendem o telemóvel ao meu lado e cheguei a fazer uma sonora tossidela: para o raio que os parta!

Mais um momento musical...

Gosto bastante de ouvir os meus álbuns mais "crus" quando conduzo e por isso fica aqui esta Gun do álbum Louder Than Love, também ele dos Soundgarden, ouvido durante os dois últimos fins-de-semana.

sábado, 15 de março de 2008

Pronto, duas semanas ausente. O motivo? O terceiro disco que se foi. Não era necessário tanto tempo mas tinha deixado o pc em casa de um colega e deixou-se arrastar o tempo até irmos comprar um disco novo. A ver se não volta a acontecer...
E hoje, depois de dormir a ver se durante a tarde ponho a leitura em dia dos links de blogs ali à direita...

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Cinema e cinema

No outro domingo antes deste fui ver Feast of love (O banquete do amor) e neste último Se, jie (Sedução, conspiração).
Não parece mas têm uma coisa em comum, no meu entender cenas de sexo em excesso.
Não achei ambos nada de mais, mas acho que se podem considerar razoáveis/bons, a minha companhia gostou do segundo e até o achou "querido".
O primeiro vale um pouco mais pela actuação do Morgan Freeman, não é que faça um papelão, mas o homem para mim tem uma classe incrível na representação.
Na verdade, para mim sempre é melhor ver qualquer um destes filmes que aqueles foleiros de acção só com tiros e pancada ou comédias fáceis.
No próximo domingo em princípio será a vez de The Kite Runner (O menino de Cabul).

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

No outro fim-de-semana, por sorte, o Badmotorfinger foi o álbum que começou a tocar do cd de mp3 que estava no rádio do carro, tive tempo para ouvir as primeiras oito músicas durante o tempo que andei de carro no trajecto casa - Praça do Peixe - casa. Ou seja, dei voltas de carro desnecessárias, mas a música era boa, a ideal para alma (pseudo-raivosa). Sempre que o oiço chego a pensar que é melhor do que o Ten. É todo ele espectacular, adoro e naquela noite ainda soube melhor, foi mesmo a calhar.
Fica esta música, muita gente não vai gostar nada, mas eu adoro. E sim, era escusado o Kim tocar guitarra com os dentes.
Ah, e o vocalista/guitarrista, Chris Cornell, podem não o reconhecer com aquele cabelo, mas era o vocalista dos recém acabados Audioslave, lançou agora o segundo álbum a solo, onde também consta a música do último James Bond que foi postada há uns meses aqui.


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

P.S.: Para não haver mais enganos, pessoal, não fiz anos no dia 4... aquilo era só um post a falar no que falei, eh eh. :p

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Acabei no domingo de ler A Trilogia de Nova Iorque. Finalmente, demorei muito tempo, ainda agora tinha estado dias e dias sem ler nada do livro. Apesar de ser muito conhecido e até recomendado por muita gente, e ser o maior best seller de Paul Auster, como não temos todos os mesmos gostos, não achei nada de especial. A primeira história até um certo ponto agarrou-me, mas depois não gostei do rumo que tomou, a segunda foi toda ela nada de especial. A terceira talvez tenha sido a melhor, pelo menos foi a mais linear em termos do que fui achando ao longo da história. Embora ache que tenha sido confusa na parte final, podem-me chamar burro pela minha falta de percepção, para além de alguns nomes comuns, não vi mais nenhuma relação da terceira história com as anteriores, isto porque são evocadas nesta terceira. Mesmo que não houvesse esta falta de percepção nalgumas partes do livro, acho que isso não iria mudar o facto de não achar o livro nada de especial.
Ainda tenho o Leviathan para ler do mesmo autor, mas para já vou optar por ler Verdade ao Amanhecer de Ernest Hemingway.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Sou só eu que não gosto de fazer jantar de aniversário?
Não é que tenha qualquer problema em fazer anos, mas sou preguiçoso e também não gosto de ser o centro das atenções. :D

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Fui no domingo à tarde ver The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford, acho que o filme foi um bocado seca, 160min muito parados.
Ah, e tinha ido ver há algumas semanas atrás Bee Movie, convidaram-me e lá fui eu, desse nem sei bem o que dizer... é para miúdos, muita fantasia e a parte final da polinização das flores, não deviam enganar assim as crianças. :D

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

"My one regret in life is that I am not someone else." Woody Allen.
Não sei qual o contexto da frase, mas acho que gosto, apesar de achar muito bem que exista um Woody Allen.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Boa! Parece que a minha conta de email da cabovisão, que uso menos, é mais para receber os comentários do blog, atingiu o limite, recebo um comentário e de seguida a pu** da mensagem de caixa cheia. E estive a ver e só tem mesmo comentários do blog, apaguei tudo o resto que pudesse ter anexos e ocupar mais. Ou adiro a uma cena tipo outlook ou troco para o outro email menos usado, do sapo.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

E quando não se sabe do que escrever...

J., a olhar para um dos canais: Aveiro é mesmo linda!

Já não me lembro bem mas acho que disse: a mais linda.

Para mim, perfeita: linda, movimentada qb, praia perto, aldeia sossegada onde moro perto... e mais umas quantas coisas.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

"O" livro

Fez no Domingo uma semana que comprei finalmente "o" livro, aquele pelo qual há algum tempo ansiava, tal era a quantidade de críticas favoráveis, mas ainda não o tinha adquirido devido ao preço.
Estava a haver um desconto de 20% no Feira Nova em livros, só que era 20% de desconto num talão para posterior dedução... mas pronto, 3.97€ mesmo em talão de desconto é dinheiro, se até dia 31 usar o talão vai compensar na mesma a compra do livro (19.80€, fonix).
Ah, o livro é A Sombra do Vento de Carlos Ruiz Zafón.

Sobre o tabaco

Eu costumo conviver com amigos e colegas que fumam, e não me queixo, excepto se o fumo do cigarro da pessoa ao meu lado está a vir directamente para cima da minha cara, aí poderei afastar o fumo com o mão, isso até eles o fazem quando lhes acontece o mesmo, por isso, que ninguém tenha a lata de reclamar por eu estar a reclamar disto, se não que inale esse fumo já que é assim tão bom (até gostava de ver).
Pode ser à ditador, mas por um lado até acho muito bem essa nova lei, até porque o cigarro é um veneno, se fosse só tabaco... mas não o é, tem uma enorme quantidade de químicos misturados, e os que não fumam não são obrigados a ter que levar com o fumo venenoso e não me venham armados em egocêntricos a dizer que quem está mal que se mude, esta merda não é assim. E atenção, não esquecer o que disse no início, eu convivo com gente que fuma sem me queixar, por isso não sou propriamente um anti-tabagista radical, mas apeteceu-me este post a mandar vir, só mesmo porque sim.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Filme(s) de aventura

Na semana passada fui ao cinema ver O Tesouro: Livro dos Segredos. Não fui eu que escolhi, filmes de aventura, actualmente não são muito o meu género, muita aventura fantasista e armadilhas impossíveis de serem construídas há não sei quantos milhares de anos atrás e funcionarem repetidamente e sei lá mais o quê, como era o caso deste filme, já para não falar do génio informático que fazia o que queria... pois, claro! Sei que isso não conta para nada como filme de aventura, logo de entretenimento, e nesse sentido e avaliando o filme dentro do género a que pertence, acho que funciona razoavelmente bem.

domingo, 23 de dezembro de 2007

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Sábado, só se falava num assunto e eu próprio pensei que iria ver essa tal coisa de que tanto se falava.
Tinha ficado combinado cinema à noite. Quando saio do banho reparo que tenho uma sms, a pessoa com quem ia ao cinema a convidar-me para ir jantar, que já estava no Forum e a concordar com o filme que eu tinha sugerido (embora eu achasse a sessão cedo por causa de jantar e me arranjar, mas com o convite isso deixava de ser problema).
Vesti-me e lá fui, cheguei ao Forum era perto das 20:30 e o filme começava às 21h, tinha mandado o futebol às urtigas e fui a pensar que poderia perder uma boa exibição ou uma boa vitória, mas que não interessava, não se troca amigos pela porcaria do futebol, mas também não aconteceu nem uma coisa nem outra e só posso ficar contente pela minha escolha.
O filme foi Gangster Americano. Acho o Denzel Washington grande actor e esse era o motivo maior para ir ver o filme. Não adorei mas gostei, uma boa história - em jeito de biografia - e contou o essencial, sem excesso de acção ou violência e com óptimas interpretações.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Era uma vez um Bonifáceo...

No passado dia 22 morreu aquele a que de alguma maneira devo este nick, se não lhe tivesse posto este nome não me lembraria de o usar como nick fosse onde fosse.
Sete anos e oito meses.
Adeus Bonifáceo!

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Outro livro

Acabei finalmente de ler O Coração das Trevas de Joseph Conrad no sábado, tinha começado dia 1 de Agosto, para um livro de 130 páginas foi muito tempo. Agora vou começar Trilogia de Nova Iorque de Paul Auster.
O Coração das Trevas, segundo uma nota no final do livro, é o livro favorito de Agustina Bessa-Luís e estava num top 10 da Paula Moura Pinheiro e é dito como talvez a melhor novela do autor e que inspirou uma parte do filme Apocalypse Now de Francis Ford Coppola. Pessoalmente, não achei um livro fabuloso, algumas vezes confuso em como o narrador e personagem principal descreve certas coisas, mas acho que é aí que o livro acaba por ser diferente, nessa maneira de descrição de sentimentos e passagens. E pronto, gostos são gostos, e ainda ontem uma convidada do Câmara Clara referenciou um outro livro do autor como o favorito dela.
Sobre Trilogia de Nova Iorque sei que é o livro mais famoso e vendido de Paul Auster.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

A Thunderlady pediu, e eu sei que às vezes sou um grande casmurro... Para quem quiser dar uma espreitadela neste desafio dela e da Abox, está à vontade. :)

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Alhos e bugalhos

Isto das sms... volta que não volta pergunto alhos e respondem-me bugalhos. Se uma ou outra vez a culpa até poderá ter sido minha que era muita informação e uma escrita talvez confusa, na maioria das vezes tenho a certeza que não é o caso. Um exemplo, que acabou de acontecer e é dos que não me preocupa minimamente e nem tem muito a ver com o que me estou a queixar: "leva bola para o jogo. Está cheia?", resposta "Ok". É bem, deve ser sinal que está, apesar do tipo não ter sido nada explícito em relação ao questionado. Mas este exemplo realmente é dos que não me preocupa minimamente. Pior mesmo é quando ainda me dizem, "é pá, não percebi nada da tua mensagem"...!

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Carry On


Comprei este no Domingo de manhã quando andava às compras no Carrefour. Para mim era o único cd de jeito lá, e como aos meses que não comprava um, teve que ser.
É o segundo álbum a solo do Chris, lembro-me perfeitamente quando comprei o primeiro em '99, Euphoria Morning. Era sexta-feira e estava na loja de música que costumava ir na altura e vejo-o lá, acho que devia ter acabado de chegar pois só a partir desse dia comecei a ver o clip da Can't change me nos canais de música. Não conhecia nada do álbum mas comprei-o na mesma.
A solo não tem muito do som de Soundgarden que tanto adoro e que continuo a pensar que um dia ainda se vão reunir. Talvez por isso não seja dos álbuns que mais oiça e este cd poderá ir pelo mesmo caminho.

Deste álbum a mais conhecida é a última faixa (penúltima na versão que comprei), You know my name, tema principal da banda sonora do último James Bond, Casino Royale.



Acho que prefiro a No such thing.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

A favorita

A minha música favorita é esta, e por acaso, ou não, é daqueles a quem eu às vezes chamo e considero (para mim, claro está) d'os maiores. Mas não gosto de fanatices nem é o que pretendo, isto é uma excepção.

Acima de tudo porque podem ser considerados como exemplo não só musicalmente. Interessam-se por causas sociais e ambientais, mesmo antes de ser moda. Já processaram a Ticketmaster em defesa dos fãs contra preços altos dos bilhetes. Chatearam-se pela segunda vez com a Rolling Stone, da segunda, contratos são para cumprir, uma banda é uma banda e não apenas um vocalista para aparecer na capa. Não são uns excentricos (da merda) com pinturas e outras esquisitices armados em artistas. Capas de álbuns originais sem fotos deles (tirando o Gratest Hits), e também caixas de cartão a partir do terceiro álbum. Na última digressão o Ed tentava falar na língua do país em que se encontrava, com a ajuda de umas cábulas, claro (que outro vocalista se daria ao trabalho?!). Etc.
Gosto do género, grunge, tem agressividade q.b., e as baladas são em minoria (e as meninas adoram cantar baladas :p).
Esta música, apesar da maioria da letra não me dizer grande coisa, gosto como é cantada.
E esta é a minha favorita, apesar de achar que a Alive é a melhor, não sei se é contradição...

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Sábado

No sábado tive outro casamento, saí de casa às 11h e entrei às 21h.
E já que não tinha saído nem na quinta e nem na sexta à noite, teve que ser, não perdoei, lá fui eu para a noite perto das 23h.
Depois de uns copos na Praça do Peixe fui ver o concerto dos Clã integrado no cartaz da Semana de Recepção ao Caloiro. Obviamente que não sou fã de Clã (como já devem ter reparado), mas o pessoal com quem estava queria ir, e como nem acho uma banda muito horrível lá fui. Fui acima de tudo como curioso e para avaliar como são os gajos ao vivo. A Manuela quando falou foi para falar das letras e dizer algo que não gosto muito, as letras normalmente não são escritas nem por ela nem por nenhum elemento da banda, e eu pessoalmente não gosto muito disso, são ideias e para mim, músico que é músico expressa-se na música, logo tem que escrever o material que toca, terceiros a fazê-lo... não percebo. Antes disso, e na segunda vez que fui para a frente do palco, vi que tocam com dois baixos, sem guitarra, um deles acho que baixo piccolo, levava um capo, e esse tinha um som mais agudo, e leigo como sou, para mim a ouvir na rádio tem um som idêntico ao de uma guitarra distorcido, daí eu pensar até àquele dia que tinham realmente um guitarrista.
Concluindo, acho que a actuação foi boa e admito que gostei de ouvir Problema de expressão, mesmo sendo uma balada, mas mais porque me recorda o tempo de adolescente em que passava o Verão na Torreira e os três bares da praia, qualquer um deles, fechava ao som dessa música.
E pronto, cheguei a casa depois das cinco, depois de dizer como muitas outras vezes aos meus pais, que não ia chegar tarde, só ia tomar café.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Casamento

No dia 8 deste mês foi o casamento de um amigo. Uma das coisas que mais gostei no casamento foi reencontrar amigos e colegas do tempo da catequese e depois do Grupo de Jovens com quem já não estava há uns anos. Era como se não tivesse passado tempo nenhum, a mesma confiança e relacionamento de sempre. E durante uma conversa e eu ao meu melhor estilo, ouvir com um sorrizo da C. a frase que já há uns meses tinha ouvido "já tinha saudades disto", "disto" que são as minhas saídas semi alucinadas à Woody Allen. Foi bom a demonstração de afecto, nas conversas e em pequenos gestos. E há quem me continue a chamar buni (de bonifaceo), mesmo gente que nunca conversava comigo no mIRC quando esse nick surgiu.
A minha boleia levou-me a casa às 20:20. Era fim-de-semana de S. Paio da Torreira, e até esse dia não tinha intenções de ir, mas recebi um convite durante o casamento. Estava a jogar a selecção contra a Polónia, pus-me a ver o raio do jogo, e pensei que quando acabasse talvez fosse. Como estava um pouco cansado e tinha estado a beber uns copitos a tarde toda, decidi antes ficar mesmo por casa.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

O que se leu e anda a ler

No final de Julho - acho que foi mesmo no dia 31 - acabei, dado o tamanho do livro talvez se possa dizer finalmente, de ler Uma casa no fim do Mundo de Michael Cunningham. Gostei, da história e da maneira como estava escrito, só não gostei de duas vezes em que houve pequenas descrições dos relacionamentos de uma das personagens principais (o gajo era gay).
Comecei de imediato no dia seguinte a ler O coração das Trevas de Joseph Conrad. Foi o último livro que comprei, tinha outros mas queria um pequeno e este era o mais pequeno. Já o devia ter acabado mas só vou a meio, chegava tarde a casa da noite e raramente havia paciência para ler. A história até é interessante, embora por vezes não goste muito da maneira como está escrita, principalmente no que toca aos diálogos.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

E acrescentando algo ao post de ontem...

E há sinais que todos vêem, até os menos perspicazes, mas por vezes, quando são contrariedades, preferimos dar realce a outras coisas para contrariar essas tais contrariedades e pensar que esses tais sinais podem não ser bem assim, ou seja, pensar também aí na tal não linearidade - e isto por vezes só confunde um gajo, que azelha, pode pôr os pés pelas mãos. Mas se calhar, nesses tais sinais (que todos vêem), não existe não linearidade nenhuma, é mesmo assim, dali em princípio há uma conclusão óbvia a tirar... nem que não seja cautela, e cautela a sério, e pronto, pelos vistos, pensar em aplicar uma plano de frontalidade.


P.S.: J., mais uma vez obrigado pela conversa de anteontem, e acima de tudo, pela de ontem... eu sou como sou, [claro!], mas um gajo está sempre a aprender e não se muda tudo, nem se deve agir segundo aquilo que os outros dizem ou pensam, como ambos concordámos, mas pode-se sempre aplicar o que se aprende à nossa forma de ser [e é o que tento fazer]. Aquele abraço, até logo.
P.S.2: Não sei porquê, mas estou com medo de me arrepender de ter escrito isto... um gajo escreve estas coisas ainda de cabeça meio quente, no rescaldo...
Uma nota, que já queria ter escrito ontem, que é a pedir desculpas por não andar a visitar ninguém, mas venho ao pc sempre de fugida, muito à pressa e até já tinha tido posts para escrever antes do de ontem, mas ficaram para outra altura, o de ontem é daquelas coisas que tenho que escrever logo, não consigo guardar...

domingo, 12 de agosto de 2007

Isso de ler os sinais tem que se lhe diga... eu acho que não sou muito perspicaz nisso, apesar de também achar, ao contrário de muitas opiniões (calejadas), que as coisas não são tão lineares como isso, ou será que são?! Isto, apesar de eu aparentemente ver alguns dos ditos sinais mas nem sempre lhes querer ligar, por acreditar na não linearidade... mesmo nas mais pequenas coisas...

Sim, a confusão (e azelhice), e um pouco de fúria disfarçada são do caraças... nota-se neste post do caraças...

terça-feira, 24 de julho de 2007

Estou de férias. Não quero falar de exames, que se foda as notas que estão para sair.
Foram duas semanas cansativas e que não tenho a certeza se terão valido realmente a pena, o que não é muito bom, mas mais uma vez que se foda. Valeu por me passar a dar melhor com algumas pessoas com quem estudei alguns dias, foi porreiro, e os momentos de relaxe, como no sábado à tarde foi óptimo, tal como a maluqueira de ontem à noite.
Este ano não há grandes planos para as férias, mas copos e praia lá na zona acho que está garantido. Aveiro, amanhã aí vou eu... e em princípio logo praia à tarde.

sábado, 21 de julho de 2007

Vou passar o primeiro fim-de-semana completo em Viseu. Nunca cá tinha dormido de sábado para domingo (e esta é a minha quinta matrícula), mas como tive exame hoje de manhã e tenho na terça e o colega com quem tenho estudado já tinha dito há mais de uma semana que cá ia ficar, também disse que ficava para estudarmos e cá estou eu.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

A noite de sexta até foi engraçada. O A. tinha-me telefonada à tarde para ir à noite a casa dele beber umas caipirinhas com um pessoal. Saí de lá faltava menos de 5min para as 3. O que penso?! Bem, os bares da Praça fecham às 3, bora lá dar uma volta. Sozinho. Ia a passar em frente a um certo bar, (como de costume) lá estava o N. com alguns colegas, levanta-me o braço. Maravilha, costumamos combinar às sexta, mas nesta nem foi preciso. Mais uns finos e alguma diversão, aliás, dentro do bar bastante. Cheguei a casa às 5.
Conclusão: Ainda bem que não sou um mole e fui dar mais um giro. Na mesma noite com vários amigos. Porreiro!
Comprei mais um livro. De quem é a culpa?! É da empresa de camionagem Marques que mudou há pouco tempo o horário das 18h às sextas de Viseu para Aveiro, que não se efectuava em Agosto e agora só se efectua em tempo escolar - a emenda foi feita a corrector nos horários lá expostos. O próxima expresso era na Joalto às 19:55.
Como não me apetecia voltar para casa com as trouxas todas às costas, guardei a mala e o portátil lá num sítio que se aluga para o efeito e fui fazer tempo para o Fórum... perfumaria, Sport Zone, e depois mais de 30min na Bertrand, para não ir de mãos a abanar levei O coração das trevas de Joseph Conrad, um livro de um top 10 que eu li há tempos da Paula Moura Pinheiro. 9€, o mais barato dos que queria comprar. Tem apenas 131 págs.. A crítica parece ser bastante favorável, e diz que inspirou parte do filme Apocalypse Now de Francis Ford Coppola.
Quem me faz esperar com uma livraria ao pé, acaba sempre nisto...
Depois ainda fui dar uma volta a pé até à Rua Direita e voltei, tempo ainda para ler mais umas páginas do ainda Uma casa no fim do mundo.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Sim. Acabei de ler os folhetos do Continente e da Media Markt. Tinha que os ver, afinal de contas foram tirados da caixa de correio ao lado da minha... até parecia mal! :D

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Fim-de-semana quase ao pormenor

Tirei o fim-de-semana passado para tentar relaxar, ir à praia, beber uns copos, chegar tarde a casa e não pegar no estudo. E assim foi, mais ou menos.
Fui na quinta à noite para Aveiro. Pergunto à D. se quer ir na sexta à praia. Não pode. Depois pergunta-me o R. se quero ir correr de manhã na praia. Tudo bem. Fomos à Costa Nova, claro, mas estava um ligeiro vento e eu ao contrário do costume no que toca a exercício, estava sem grande vontade de correr:
- Vamos correr.
- Está um bocado vento.
Passado bastantes minutos:
- Então e a corrida?
- Não estou com grande vontade, mas se insistires vou.
Não voltou a falar no assunto por isso continuei a ler umas páginas do livro.
O R. trabalhava à tarde e descobri que o J. já tinha vindo de fim-de-semana também. Tinha coisas para fazer, nada de praia. Isso obrigou-me a ir ver as promoções na loja do costume.
Ao fim da tarde telefona-me a C. para irmos tomar café todos juntos à noite, eu, o R. e o J., e o F. também foi. No paleio até às 4:30 na Praça do Peixe.
De manhã barbeiro marcado para as 10:45. Acordam-me às 10:30 lá andei eu a correr para chegar 5min atrasado. Sempre atrasado.
À tarde como tinha ficado combinado na noite anterior, praia.
Só me foram buscar às 16h. A C. teve a fantástica ideia de ir de bicicleta, telefona-me pouco antes de me irem buscar a avisar-me disso e para quando chegássemos para lhe dizermos em que sítio estávamos.
À noite, C. e R. não foram, saí de casa às 00:00 e às 2h já estava a voltar...
Domingo só saí à noite para um café rápido com o R. e o J..
Não foi um fim-de-semana espectacular, mas foi bastante bom. E com aquela companhia é sempre bom, só anda a faltar a D....

P.S.: Isto de usar só uma maiúscula em vez do nome é naquela, mas como é recorrente por muita gente...
Queria falar do Vai tudo abaixo, dá na Sic Radical, mas nem sei o que dizer... só vejo de vez em quando e é no you tube. Tem sketches engraçados, o mal daquilo é quando interpelam as pessoas que passam na rua e que não sabem do que se trata e abusam em certas situações, como nos sketches do Black Skin.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

O Scoop passou assim tão despercebido?! Pronto, eu sei que algumas mulheres não gostam muita da Scarlettzinha... mas não foi por ela que falei no filme, apenas realmente gostei, Allen é o maior... (um exagero e tal...)

sexta-feira, 29 de junho de 2007

PETA e peta2

Eu passo-me com certas coisas, como o vídeo que acabei de ver... fica o link para quem quiser tentar uma boa acção e subscrever a petição, que se virem o vídeo, de certeza, e espero eu, não vão ficar indiferentes. E caso queiram dar uma vista de olhos e receber emails com notícias das organizações PETA e peta2 carreguem aí nos links. A última é mais virada para o vegetarianismo, algo que ainda não me posso gabar de praticar... Pronto, façam lá isso.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Lançamento em DVD


Diz a publicidade na televisão: "Descobre a comédia mais inteligente do ano."

Ainda só vamos a meio do ano e para já concordo.

Recordando...

Ou dando a conhecer a quem cá não vinha até há uns meses atrás, no ano passado escrevi este post. O texto já não está muito do meu agrado, mas também isso já é normal...

A maior diferença actualmente é que este ano só tenho 7 casais e deixei de ter a raça gloster a criar, os que tinha foram "reformados" e estão no voadouro grande. O Bonifáceo continua com asma e está em tratamento numa gaiola.
E, apesar, de que perdi um pouco a vontade este ano (foi talvez mais que um pouco), não sei se é uma fase... enfim, não sei.
Fica aí uma foto, crias com uns 6 dias (porque já têm os olhos abertos), muita gente considera-as feias, depenadas, mas eu para ser do contra e como não penso assim, é a que ponho. :D

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Falemos outra vez da velocidade...

As multas por excesso de velocidade são das que tenho mais medo, porque é a transgressão que mais vezes faço, quer dizer, todos fazemos um pouco, passar dos 50km/h não custa nada..., mas às vezes abusa-se, tanto no número de quilómetros acima do limite, como no número de vezes que o fazemos...

quinta-feira, 21 de junho de 2007

State of Love and Trust

Há uma certa música de uma certa banda que adoro e às vezes até me esqueço disso...

Este título daria uma boa frase no messenger, algo tipo "State of... and... ", onde faltariam as "palavra-chave". Está bem, faz de conta que não disse nada... eu e essas frases... é melhor não falar mais nisso.

É mais audível que a banda anterior, queria um clip recente, mas não tinha nada que me cheirasse, fica aí esse talvez de '92, com crowd surf e diving stage e uma frase inicial na canção que não pertence à original, mas não interessa.



Se houvesse etiquetas, esta seria: é tarde e já não sei o que digo, tirando a parte de adorar a música! :D

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Conhecem... Mudhoney?!

Um dos álbuns que mais gosto de ouvir no carro enquanto conduzo é o March to Fuzz dos Mudhoney, pela "primitividade", no sentido de aquilo cheirar bastante a banda de garagem durante álbuns e álbuns, pelo grunge bastante punk/rock, e também porque as letras não me trazem lembranças pessoais, e nem sequer as sei, ou seja, dali só dá mesmo para curtir o som.
A banda, foi formada em '88 em Seattle, é muito pouco conhecida internacionalmente, nunca teve numa editora major. Quem gostar dos famosos Nirvana, e do álbum Bleach, na minha perspectiva poderá também gostar destes, acho que tem muitas parecenças, e era das bandas favoritas de Kurt Cobain.
Fica um vídeo, certamente a maioria não vai gostar nada da sonoridade, vai mesmo achar horrível. :p



P.S.: Tinha-me esquecido, o nome da música é Touch me I'm sick. :D

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Dúvida durante o jogo

Será o gajo parvo, tanto a jogar como a falar para intimidar adversários (e iludir árbitros com os protestos) ou é mesmo assim, uma verdadeira besta, que nem avaliar bem as coisas sabe?! Dúvida desfeita no final do jogo, um gajo que manda a bola direita à cara do árbitro e deixa lá marca... não deixa qualquer dúvidas do que é.

Jogar futsal prejudica gravemente a saúde

É só lesões...
Sábado quando cheguei a casa depois de um jogo do torneio: dores no joelho esquerdo da entorse das férias do Natal, dores no joelho direito de um cacete, dores no joanete do pé direito, dores no pé direito de uma pequena entorse feita há semanas em Viseu a jogar com o pessoal (o mal é que já tinha feito nesse pé outra entorse com derrame há 3 anos) e ainda uma pequena zona dorida nas costas [e um calcanhar que foi pisado e que até fiquei descalço mas que só hoje me dói, vai-se lá saber porquê].
Domingo, último jogo da segunda fase de grupos: mais ou menos oito minutos da primeira parte, ia eu pela esquerda em velocidade a fugir para a linha, e no meio campo, no momento que faço o passe para a frente o cabrão que me segue manda-me um encosto nas costas, claro, espetei-me contra as placas de hóquei que estão a menos de 1m da linha. Tentei proteger a cara do varão de metal, bati lá à mesma, primeira preocupação, passar a mão para ver se sangrava, segunda preocupação, passar de novo a mão, só a seguir noto na grande dor no joelho direito, um arranhão e uma dor que me pôs KO. Está bem inchado e pisado... o grande filho-da-puta nunca me pediu desculpas, tivesse ou não culpa (que teve porque até foi marcada falta, apesar do passe ter chegado ao destino), ficava-lhe bem, uma questão de fair-play ainda para mais sendo aquilo um torneio amador. Agora durante uns dias vou andar coxo. A cara está um bocadito dorida.
Sábado, meias-finais.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

O que quererá dizer a frase colocada no messenger:
"Lá lá lá, manda-me!!"
Sim, post muito foleiro... eu sei.

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Sim, hoje finalmente fui até à praia. Como tinha que estudar um pouco à tarde, cheguei lá já eram umas 17:35. Fui ter com uns colegas meus, dei um mergulho, e passado algum tempo fomos embora, estive lá cerca de 1h e 15min. Como estava grande fila, fomos lanchar a uma pastelaria e depois lá segui eu para o carro para ir embora. Estive uma hora para andar uns 300m e quase mais 20min menos de 1km, até passar a ponte da Barra (em obras), e depois disso em regime velocidade máxima, 5min até sair da A25 na saída a seguir à Aveiro - centro (+-12km).
Conclusão: A Barra é uma merda, só lá fui porque os meus colegas me convidaram, porque eu a mandar, vou para a Costa Nova. Também se tem que atravessar a ponte em obras mas demora-se bem menos tempo a lá chegar, na Barra é um pandemónio que até mete nojo.
Já agora, vim ontem de Viseu mas amanha vou ter que voltar por causa de um trabalho de grupo. Estive para não vir, mas já tinha posto na cabeça que vinha e vim, sou muitas vezes de ideias fixas. Pronto, amanhã depois do almoço lá vou eu no carro da irmãzinha.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Resposta à dúvida anterior

Já fui à procura dos livros de BD do Zits na Feiro do Livro, 10.40€ cada, vi lá uns quatro diferentes, conclusão, se fosse rico até gastaria dinheiro naquilo com muito gosto, para já vou continuar com os meus romances e Zits só mesmo no JN.

Zits ou não Zits?!

Estou seriamente a pensar comprar um livro do Zits, aproveitando a Feira do Livro, não sei se conhecem, é uma BD e costuma vir um pequeníssimo episódio no JN e regra geral acho aquilo de um humor genial (não é bem a palavra certa, mas pronto). Mas tenho dúvidas se realmente ei-de ou não comprar... gastar dinheiro em BD... tipo, aquilo é engraçado, mas não tiro o mesmo proveito que tiro quando leio um romance...








Pronto, alguns exemplos que saquei da net (carreguem na imagem para aumentar)... pode não ser hilariante, mas acho que tem muita piada.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

gasolina/diesel

Já que falei de conduzir, quando ia para pegar pela primeira vez num carro a gasolina, ninguém me soube explicar qual era a única diferença entre um carro a gasolina e a diesel.
Lembro-me perfeitamente das dificuldades que tive para estacionar o cabrão do carro umas duas ou três vezes por causa do gajo ficar com a traseira saída e eu não conseguia andar com o cabrão meio metro porque se ia a baixo... Em estrada apenas aconteceu uma vez, e foi na tal que o meu pai ia ao lado, nuns semáforos foi abaixo umas 3 ou 4 vezes até conseguir seguir...
Para concluir, claro que não é a mesma coisa um carro a gasolina e a diesel, não sei qual foi a puta da ideia na altura, mas o truque é muito simples, o movimento de largar a embraiagem enquanto se carrega no acelerador é mais lento, é muito simples e ninguém teve a inteligência de mo dizer, tive que aprender sozinho.
Sim, isto já foi há quatro anos mas só de pensar ainda me irrito um bocado...

Mais uma dúvida

Porque conduzem os rapazes os carros das namoradas quando saem os dois juntos?
É uma dúvida que me acompanha, já tinha visto isso há uns anos com a minha irmã e depois com outros colegas...
Será porque "fica bem" que assim seja, ou qual é a explicação? Se for pelo primeiro caso isso é um pensamento antiquado e mesmo de machista, mesmo que seja só perante essa situação.
Há uma outra situação idêntica, que é quando os meninos tiram a carta e passam a conduzir enquanto o pai/mãe vai para o lugar de passageiro, ou porque querem guiar agora que têm a carta e/ou porque os pais têm medo porque os meninos têm pouca experiência e vão fazer de segundos professores sempre que possam, parece que se esquecem que um gajo para ir a exame já teve aulas. Eheheh, este caso para mim é o riso, comigo nunca aconteceu, e o meu pai ainda insistiu algumas vezes para ser eu a conduzir, mas para mim cada um conduz o seu carro, comigo só andou no lugar de passageiro no carro da minha irmã e foram duas vezes e apenas numa como "observador" de condutor principiante, e foi apenas para ir pôr gasolina perto de casa, depois ficou em casa enquanto segui para a noite. :D

Libertação

Há alturas em que certas situações me fazem escrever bastante, de partilhar uma data de coisas, e outras alturas em que situações idênticas provocam o inverso, quase não consigo escrever. Vejo certas coisas no quotidiano que realmente me apeteceria escrever mas que não me sinto com vontade de estar a passar isso do pensamento para a escrita. Ando há uns dias assim, sem vontade de escrever, até que me apercebi desta situação, para situações idênticas estados de alma um pouco diferentes, pelo menos em relação à escrita.
Pronto, a seguir vou escrever um tal post simples do quotidiano, que só o vou escrever porque a conclusão de cima o permitiu, foi tipo, uma libertação.

domingo, 27 de maio de 2007

Lá fui eu à Feira do Livro. Comprei apenas dois livros, ambos de Paul Auster, Leviathan e o famoso Trilogia de Nova Iorque, ambos tinham-me sido recomendados juntamente com O Livro das Ilusões, mas este não havia.
Se os preços forem como os das lojas Bertrand, o Leviathan é editado há algum tempo em edição platina a 10€ e não desce mais que isso nem na Feira, apenas Trilogia de Nova Iorque deve ter recebido o desconto de 20% sobre os 17€ (isto se for ao preço da Bertrand), que dá 13.60, mais os 10 dá os 23.60 que paguei, por isso tem lógica este raciocínio...
E ainda não foi desta que trouxe A Sombra do Vento.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Feira do Livro de Aveiro

Feira do Livro 2007, de 19 de Maio a 3 de Junho.
Horário:
segunda a quinta-feira: 17h00 às 23h00
sexta-feira: 17h00 às 24h00
sábados: 15h00 às 24h00
domingos: 15h00 às 23h00.
Local: Rossio.
Ficam os links, do portal de Aveiro, um da parte das feiras (onde tem o que acabei de escrever) e o outro link, que se encontra aí nessa secção com o programa completo:

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Escrever um email a pedir uns dados de uma certa empresa para um trabalho, em que o destinatário é um colega do meu pai que eu nunca vi, não é muito fácil. Não queria que fosse muito formal a minha escrita, - tanto que segundo o que me pareceu ainda é novo e como foi ele que disse ao meu pai para eu lhe escrever - mas é só para o que me dá...
Apaguei ali um post não só pelo comentário, que desde já agradeço, embora não concorde que este podesse ter uma má interpretação (mas quem sabe?!), mas porque não gostei da maneira como estava escrito, já tinha dúvidas enquanto o publicava e para já é uma certeza. Ainda o tentei reescrever agora mesmo, mas não me apetece, para já fica a descansar até lhe voltar a pegar... sim, porque creio que ei-de publicar de novo, pelo menos o primeiro parágrafo e depois algo generalista à volta disso. Ou não!
P.S.: Para a pessoa do comentário: ;)

Assim vale a pena

Fui na segunda-feira ao Continente em Viseu, e como de costume quando vou a um hiper, a primeira secção que costumo visitar é a dos livros. Andava eu a ver se via alguma coisa que conhecesse dos livros que já me recomendaram, quando vi Beatles de Lars S. Christensen, um desses livros. Peguei-lhe e para minha surpresa o preço na contra-capa dizia "Preço Azul 5€". Nem pensei duas vezes e pu-lo no cesto de compras. Ainda tinha (e tem) o preço antigo na primeira página, 22.41€. Que grande negócio. Como fiquei obviamente curioso, perguntei na caixa o motivo do preço tão baixo, e responderam-me que a secção da livraria não tinha feito as vendas/receitas pretendidas e como então tinham excesso de stock, puseram alguns livros nessa condição de Preço Azul.
Veio mesmo a calhar porque tirando o livro que ando a ler já só tinha outro por ler da minha colecção e já andava e ando a pensar em comprar uns quantos, tanto que está a decorrer a Feira do Livro em Aveiro e já tinha pensado em lá ir. Neste próximo fim-de-semana dou lá uma saltada já que neste último não tive muito tempo.

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Dúvida à minha disponibilidade

Será que não tenho responsabilidades ou simplesmente sou irresponsável perantes as poucas responsabilidades que tenho?
Tinha qualquer coisa para escrever e não me lembro... não me lembro mesmo... fico fulo quando me esqueço.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Um dos meus maiores medos de conduzir é o de atropelar um animal, tenho especial receio pelos gatos que são o animal mais comum nessas ciscunstâncias até porque são dos mais imprevisíveis e ágeis e aparecem de repente... uma vez um ouriço-cacheiro teve sorte, vi-o a tempo e desviei-me o suficiente para ao passar ele ficar entre ambas as rodas, mas fiquei preocupado porque logo atrás vinha um amigo de carro e disse que não viu nada, ao outro dia não estava lá nada esborrachado, por isso deve-se ter safado. Pior foi quando numa outra vez, ia a chegar a casa e vejo um gato a atravessar a rua, travo a fundo e desvio-me para o lado oposto, oiço um barulho e penso, pronto, já era, mas não, esse é que teve mesmo sorte, acho que o gajo espetou-se contra a roda traseira, porque olhei pelo espelho e vi-o a correr no sentido oposto para onde eu ia, nem acabou de atravessar, deve-se ter mesmo assustado... eu pelo menos assustei-me, fiquei com o coração nas mãos.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Pequeno comentário aos desfiles académicos com cerveja em garrafas de vidro

Esses gajos são estúpidos, burros, ignorantes... Não percebo. E sim, Coimbra, é uma dessas cidades, têm a mania que são bons mas só por aí... enfiem a mania no cu.
Andei eu a dizer quase a meio mundo que ia este fim-de-semana à praia para depois estar este tempinho... ok, assim é que é... Obrigadinho, ó tempo!

sábado, 12 de maio de 2007

Passear e andar de carro sempre que se pode é muito porreiro, quando não se quer estar muito por casa... Problema: a gasolina é cara como o raio e eu tenho muito a mania de à tarde ora vou ao Forum tomar café, ora logo a seguir já estou na Costa Nova, ora vou ali não sei aonde ver o preço disto e depois daquilo... e à noite se for sozinho tomar café também dou umas voltas de carro pela cidade só porque sim, e depois tenho muito a mania de acelerar a fundo até atingir a velocidade que quero. Conclusão: passear é caro.
P.S.: Andar de carro sabe mesmo bem se houver música de jeito a acompanhar, e tem havido, três cd's de mp3 ripados da minha biblioteca pessoal, sim, nada de pirataria, isso é roubo (tal como o cabrão do imposto de 21%).

sexta-feira, 11 de maio de 2007

A parte do curso não ser propriamente algo relacionado comigo, é algo que digo a qualquer pessoa e serve até como revelação aqui no blog, quem me conhece bem deve-o saber, é um dado adquirido. Mas desde sempre foi algo que não me preocupou muito, nunca foi meu principal objectivo tirar um curso que adore, sempre achei isso secundário, desde que não fosse algo que detestasse (e não detesto), isso não me preocupava. Ainda no secundário já defendia que me interessava mais como seria a minha vida afectiva, em termos de amizades e relacionamentos do que o raio da profissão. Isso sim, seria importante e uma prioridade, o objectivo principal na minha vida e que mais felicidade me traria. Mantém-se, apesar de este ano talvez por saturação no início deste segundo semestre ter pensado um pouco mais que o costume que isto (o curso) tem mesmo pouco a ver comigo, mas que ninguém se assuste, nada de especial, foi um pensamento que esteve só de passagem.

Uma conversa absolutamente inesperada

No sábado encontrei no Forum um professor meu do 9º ano de Ed. Física, numa loja de roupa. Enquanto ambos esperávamos pelas nossas companhias estivemos a conversar. Quando ele vem ao meu encontro e nos cumprimentamos e depois dos habituais "olá" "tudo bem", pergunta:
- Já se passaram, quê?! Uns oito anos?
- Dez! Foi no ano lectivo de 96/97. - respondo eu.
A conversa continua, não me lembro obviamente do diálogo tal e qual e a ordem cronológica de certos temas também poderá não estar bem. Mas resumindo, ele pergunta-me o que faço, supondo que já tenho curso... eu respondo que infelizmente não... a conversa do costume quando se fala no assunto, eu digo também como de costume que nunca gostei muito da terra, e ele como muita gente a rir-se diz que não parece (isto surgiu mais à frente, mas pronto)... começamos a falar do curso em si, perguntou-me se já tinha alguma coisa em ideia quando terminar, falei-lhe numa certa empresa/fábrica, ele deu-me a opinião dele e discutimos a coisa e falou-me de outras áreas ligadas à mecânica e até mesmo que tendo espírito inovador que era uma boa área até em pequenas fabriquetas/oficinas, parecia perceber bem mais do assunto que eu e aí confessei que isso já era mais complicado, porque aquela não era propriamente uma área que gostasse para ter tal espírito, foi uma opção em termos de saídas profissionais, aliás, poucas escolhas tinha com a média miserável de secundário, e continuei, dizendo que na altura gostava mais de algo ligado à biologia, aliás, Biologia teria sido o curso, se não tivesse sido inconsciente e só me tivesse preocupado em passar no secundário ano após ano sem ligar às notas e médias.
Começa-me a dar o exemplo de um professor dele da Universidade, que era grande crânio e estava a tirar um curso com grandes notas quando se apercebeu que não era aquilo que gostava e decidiu que iria mudar, mesmo contra a vontade dos país. Tirou o novo curso, e prosseguiu com o doutoramente e essas coisas...
Depois falou no exemplo de um irmão, tem o curso de Arquitectura e faz carreira na área do Design, porque é uma pessoa muito criativa e com auto-iniciativa, essas coisa que só alguns felizardos possuem.
Fazendo uma pausa no diálogo e comentando a minha situação, não é o meu caso (mudar de curso), depois de tanto tempo em Viseu só me interessa acabar este cabrão deste curso, e criatividade e iniciativa para seguir outra coisa não há em mim. Não tem propriamente a ver mas de vez em quando digo, que quando acabar o curso e começar a trabalhar, vou aprender a tocar guitarra, e a minha irmã ri-se, até eu, mas falo a sério. E nem falo com o intuito de um dia tentar fazer disso carreira, apenas como uma coisa que um dia gostaria de aprender a fazer.
Continuando, a mulher dele apareceu, despedimo-nos com um forte aperto de mãos e lá foi ele. Adorei aquele pedaço de tempo em que estive a conversar com ele, adorei mesmo, e o que escrevi foi mesmo só um resumo. Pena só termos falado de mim, nem sei se ainda está na mesma escola, sei que há uns anos também dava aulas num ginásio onde andou a minha prima... mas mesmo assim gostei, não que a conversa me tenha aberto os olhos, não mudo, conheço-me bem demais, mas mesmo assim foi uma conversa interessante.

terça-feira, 8 de maio de 2007

Odeio ouvir nãos a certos convites meus, tal como por vezes odeio dizer não quando me fazem convites. Isto no meu caso porque nem sempre se pode estar em todo o lado para estar com toda a gente, e então pronto... quando a "agenda" está preenchida nada a fazer além de lamentar e ter que se fazer a recusa.

sábado, 5 de maio de 2007

Um gajo às vezes meter-se nos copos dá nisto. Numa brincadeira, porque estava tocado, em Dezembro, fiz uma entorse no joelho esquerdo. Doeu-me um pouco na altura, mas como estava anestesiado pela bebida, andei na boa o resto da noite. Ao outro diz cocheava e de que maneira.
Já estava a passar, mas há um mês a jogar à bola, num choque um pouco violento no pé esquerdo (claro) a gaja ressentiu-se um pouco.
O que sei é que há algum tempo que de vez em quando ando com o gémeo esquerdo dorido, não sei se isso é provocado pela entorse se que raio é que o gajo tem, hoje então que corri bastante está tudo um pouco dorido, joelho e gémeo.
Vêm, beber provoca destas coisas, por isso não abusem, ou deixem de beber como eu deixei (só durou dois meses).
E estou é todo partido dos jogos, foram dois seguidos, domingo não podíamos e para não perdermos por falta de comparência mudou-se para sexta, em que já tínhamos um. Mas ainda fui tomar café à meia-noite, os meus colegas quiseram vir embora por volta da uma e eu pronto, também tive que vir. Cansado mas continuava... é assim, e agora estou aqui, meio zombie a escrever.
Pensamento para o post abaixo deste, "Publico ou não publico?!", um pensamento que me ocorre muitas vezes.
Há certas atitudes que me metem nojo, mesmo de gente incivilizada e sem respeito.
Entrei eu pela primeira vez num torneio de futsal de uma associação desportiva, o Cenap, a pagar 125€ por equipa, segundo ouvi dizer uma bagatela comparado por exemplo com o torneio do Beira-Mar.
A vergonha está no primeiro jogo que fiz, contra cotas, com trinta e muitos anos e quarentas, a dar uma paulada que metia nojo, mas o mais engraçado foi que o árbitro, que era suposto serem dois, mas um não pode, consentiu aquela merda. Ou não marcava as faltas ou marcava mas amarelos nada. Levei para lá cotovelada nas costelas... e os outros da minha equipa, um ficou com a cara esmorrada, para além de também ter levado umas cotoveladinhas, outro as canelas... se houverem mais equipas assim e não tivermos sangue frio, nunca mais me meto nisto... para a puta que os pariu a todos. Sim, porque o resultado não interessa nada neste caso, mas estivemos a ganhar 2-0, empataram, estivemos outra vez a ganhar 4-2 e voltaram a empatar.

P.S.: O árbitro tinha um penteado à Paulo Futre... e um bigodinho, ui ui, personagem. Grande cabrão mas é.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

E ter uma conversa de longos minutos (longos mesmo) no meio da rua, entre dois prédios às duas e tal da manhã?
Soube bem, grande conversa, até vim mais feliz para casa pela mútua confiança demonstrada. É bom ter amigos.

terça-feira, 1 de maio de 2007

Ouvi dizer que vai nevar nas terras altas?!
Post super ranhoso, era só para deixarem de comentar o do "fodincar", é que estou mesmo farto dele, mas a culpa é minha que escrevo pouco...

sábado, 28 de abril de 2007

Dúvida ou algo mesmo desnecessário de escrever

Muitas vezes em minha casa para não se dizer aquela palavra feia começada por "f" diz-se uma menos feia, "fodincar", ou será "fudincar"? Tive esta dúvida há dias quando escrevi o post "Vira o disco e toca o mesmo", por isso depois de publicar, com "u", fiz a pesquisa com "o", o que surgiu? Um único resultado em que o autor até era eu num post escrito em Janeiro. Fiquei a pensar, que se escrevia então com "u", fiz a pesquisa e surgiu apenas e uma vez mais um único resultado também meu, desta vez este último post... Boa, pelos vistos só eu uso aquela palavra. Fiz pesquisa com o calão, e aparece ora escrito com "u" ora com "o", pronto, fiquei sem saber, não que interesse muito. Mas eu acho que é com "o".

sexta-feira, 27 de abril de 2007

O tal post ranhoso das duas noites de Semana Académica em Viseu

Passei apenas duas noites na semana Académica de Viseu, fui na segunda de manhã e vim na quarta de manhã. É costume não ficar lá muito tempo por esta altura, uma vez que não há aulas, e como não sou muito fã de Viseu e depois claro, toda a gente gosta de borga, mas só o dinheiro que se gasta... então vou a duas no máximo três noites e chega. Na segunda actuaram dj's, o Frank Maurel e outro gajo qualquer e depois os da "casa", musica dançante a que eu não ligo nenhuma. Na terça, algo inédito, Quim Barreiros, e depois, e isto sim, é a parte inédita, não ser Quim ou algo do género a fechar, mas sim Xutos & Pontapés. Não desgosto da banda de punk-rock, ouve-se, mas até prefiro um blues de Rui Veloso. O que dizer da actuação dos Xutos? Duas horas até bem conseguidas, o som não era grande coisa mas isso já era problema do pavilhão e faltou tocarem a Contentores.
Uma coisa que achei estúpida na actuação, é o raio da roupa com que têm sempre que andar, só e apenas para manter o estilo, a aparência que costumam ter nos clips e pelos vistos até ao vivo tem que ser aquela. Tirando o baterista, todos encasacados, com alto calor no pavilhão. O Cabeleira foi o primeiro a despir o casaco de cabedal, depois o Tim, mas o raio do lenço ao pescoço a manter-se e ele a escorrer água pela testa abaixo (se isto tem alguma lógica) e o Zé Pedro não foi capaz de tirar o casaco, em vez disso e à massarro, abriu a camisa. Ah grande homem.
Outras coisas que me fazem alguma confusão e até demonstram um grande egoísmo:
Pessoas que estavam quase em cima do palco e mesmo assim meteram-se aos ombros de outros, e eram uma data deles seguidos, ou seja, a maioria que estava atrás não via, e eles que estavam mesmo ali em cima a fazer aquilo. Do mesmo modo gente que faz o que eu não faço, de repente lembram-se de se encostar, ligeiramente a empurrar, pá, eu não ocupo o espaço dos outros logo não ocupem o meu, haviam tantos sítios vagos em qualquer zona... Outra cena é quando se põem aos saltos desordenados quando até aí estavam sossegados, mas como a música é muito conhecida e não souberam aproveitar as outras parecidas só porque não conheciam, pronto, logo aos saltos e agarrados e sei lá e um gajo que tenha cuidado com as calcadelas.

E outra coisa embora já seja eu armado em chico esperto, são aquelas gajas que dançam a ondular o tronco e ancas em sintonia. Na minha opinião fazem-no porque sim, que para mim o rock salta-se e abana-se a cabeça e batem-se pés, não há cá dessas cenas do tronco e ancas e etc... :D - eheh, eu e as minhas críticas... esta última não é para levar a sério.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Já há algum tempo que me apercebi de uma coisa, muitas vezes partilho bastante mais de mim em comentários noutros blogs do que o que partilho nos posts que escrevo. Talvez mais a nível de emoções, ou até porque determinado post num blog é muito bom para falar nisso, e então gosto da partilha que se gera. E isto também porque aqui acho que tento ser um pouco mais vago, se escrevo sobre algo é porque estará a acontecer e por vezes posso não querer por motivos de "1+1=2" de quem me lê, e num outro blog normalmente comenta-se aquele post da outra pessoa, o nosso comentário poderá não revelar se é presente ou não, mesmo que exemplifiquemos no caso de uma história contada o que nos terá acontecido numa situação idêntica, aqui pronto, é um pouco mais revelador, mas não tanto como se fosse escrito aqui. Embora partilhe mesmo assim muita coisa no que aqui escrevo, acho que é mais fácil, não costumamos ser "julgados" tão facilmente nos outros blogs como no nosso, muitas vezes a discussão não passa de opinar, e é optimo porque acabamos por pôr para fora algo que achamos importante sobre o que pensamos ou aconteceu...
Não sei se escrevi algo com pés e cabeça, já li e rescrevi e pareceu-me razoável, falta qualquer coisa no final mas nem eu sei bem o quê, e nem sei se devia revelar isto que me acabou de passar pela cabeça (não pela primeira vez) ao comentar algo.
P.S.: Mais logo, ou quando me apetecer escrever sobre uma coisa, que agora não estou com cabeça para esse assunto por o achar neste momento insignificante, escrevo um post com um título tipo "Relato de dois dias de semana académica". Sim, só quando me apetecer, ontem (hoje) às 4:30 teria conseguido escrever, neste momento e até quando não sei, não vou conseguir.

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Estamos numa de música?

Estamos sim senhor.
No sábado apanhei na best fm Alice in Chains, tipo, já não é normal ouvir-se esta banda passar, mas mais estranho ainda é que era a Man in the Box, do Facelift, primeiro álbum e talvez menos comercial. Foi uma enorme admiração para mim. Por acaso único álbum de originais que me falta deles. Até tenho os EP's Jar of Flies e Sap e o MTV Unplugged e o Live, para além do Dirt (excelente álbum) e Alice in Chains.

domingo, 22 de abril de 2007

Vira o disco e toca o mesmo!

O que diz o Ed no livro do Lost Dogs acerca da Hold On - que gosto bastante e até é daquele que considero o melhor compositor da banda, Stone Gossard (a nível de músicas porque até nestas a maior parte das letras são do Ed):
"If you love somebody, set them free,... if somebody loves you, don't fuck up."
Acima de tudo há mesmo que não fudincar tudo, mesmo que seja só uma amizade, ou o princípio de um bom relacionamento, amem-nos ou não, e tendo nós a certeza disso ou não. É que é mesmo lixado esta coisa chamada amor e/ou paixão ou o raio que parta, para... eheh, chega. Que riso. Sim, tenho que me rir se não o pessoal pensa que estou aqui a cair de desgostos ou lá o que quer que chegam a pensar. Não me aconteceu nada de mal, apenas apeteceu-me escrever isto.
E neste momento pus a música a tocar, é linda, meia balada, continuo a preferir as outras mais agressivas, mas estas cantadas com garra também conseguem ser muito boas.
Para completar, este Lost Dogs tem algumas pérolas fantásticas, a minha favorita é talvez a Brother, só instrumental no álbum, com um solo ui ui, e tocada ( e cantada) ao vivo uma única vez. Ah, e sim, também é do Stone, claro. A melhor do Ed neste é a Sad, muito boa até e ouvi ao vivo no Atlântico.
Quer dizer, eu estava a falar em concluir mas estou sempre a acrescentar coisas.
Ainda há pouco estava a pensar que daqui a nada iria para a cama porque hoje não estava com paciência para ouvir música. Qual quê! Pus a tocar e agora vou ouvir umas quantas de seguida, e mais nada e depois então cama, tenho que me levantar cedo, só vou para Viseu de manhã, é a semana académica, não há aulas mas vai haver uma prática às 14h que não houve na semana passada. E não, não ligo muito a semanas académicas, gasta-se muito dinheiro, vou a duas noites no máximo e volto para Aveiro, mais ou menos o que faço sempre noutros anos.

sábado, 21 de abril de 2007

De vez em quando falo de música...

Queixei-me há algumas semanas que só ouvia um determinado género musical bastante específico. E também por isso, no fim-de-semana passado não me apetecia ouvir qualquer álbum inteiro fosse de que banda fosse, mas apeteceu-me ouvir umas certas músicas de diferentes álbuns de uma certa banda (nem preciso dizer o nome) pertencente ao género, está claro, porque tinham o que o momento pedia. Num dia ouvi-as à noite no carro quando fui tomar café, e no dia seguinte, na aparelhagem, no quarto, ao início da tarde.
Acho que ouvia a Rearviewmirror todos os dias sem me importar, adoro, sempre adorei.
Entretanto acho que já desenjoei, hoje enquanto que andei de carro ouvi o Riot Act praticamente inteiro e curti bastante.

P.S.: Andei a semana toda a pensar que havia de escrever este post, e sinceramente agora que o escrevi, só o publiquei porque estive a semana toda sem escrever nada e pronto, cá fica qualquer coisa nova. Conclusão: post quase insignificante.
P.S.2: Sei que a maioria não sabe a quem raio pertence aquele música e aquele álbum ou nunca sequer ouviu, mas pronto, o que importa é o resto, não que o resto seja grande coisa.