terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Acabei no domingo de ler A Trilogia de Nova Iorque. Finalmente, demorei muito tempo, ainda agora tinha estado dias e dias sem ler nada do livro. Apesar de ser muito conhecido e até recomendado por muita gente, e ser o maior best seller de Paul Auster, como não temos todos os mesmos gostos, não achei nada de especial. A primeira história até um certo ponto agarrou-me, mas depois não gostei do rumo que tomou, a segunda foi toda ela nada de especial. A terceira talvez tenha sido a melhor, pelo menos foi a mais linear em termos do que fui achando ao longo da história. Embora ache que tenha sido confusa na parte final, podem-me chamar burro pela minha falta de percepção, para além de alguns nomes comuns, não vi mais nenhuma relação da terceira história com as anteriores, isto porque são evocadas nesta terceira. Mesmo que não houvesse esta falta de percepção nalgumas partes do livro, acho que isso não iria mudar o facto de não achar o livro nada de especial.
Ainda tenho o Leviathan para ler do mesmo autor, mas para já vou optar por ler Verdade ao Amanhecer de Ernest Hemingway.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Sou só eu que não gosto de fazer jantar de aniversário?
Não é que tenha qualquer problema em fazer anos, mas sou preguiçoso e também não gosto de ser o centro das atenções. :D

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Fui no domingo à tarde ver The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford, acho que o filme foi um bocado seca, 160min muito parados.
Ah, e tinha ido ver há algumas semanas atrás Bee Movie, convidaram-me e lá fui eu, desse nem sei bem o que dizer... é para miúdos, muita fantasia e a parte final da polinização das flores, não deviam enganar assim as crianças. :D

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

"My one regret in life is that I am not someone else." Woody Allen.
Não sei qual o contexto da frase, mas acho que gosto, apesar de achar muito bem que exista um Woody Allen.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Boa! Parece que a minha conta de email da cabovisão, que uso menos, é mais para receber os comentários do blog, atingiu o limite, recebo um comentário e de seguida a pu** da mensagem de caixa cheia. E estive a ver e só tem mesmo comentários do blog, apaguei tudo o resto que pudesse ter anexos e ocupar mais. Ou adiro a uma cena tipo outlook ou troco para o outro email menos usado, do sapo.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

E quando não se sabe do que escrever...

J., a olhar para um dos canais: Aveiro é mesmo linda!

Já não me lembro bem mas acho que disse: a mais linda.

Para mim, perfeita: linda, movimentada qb, praia perto, aldeia sossegada onde moro perto... e mais umas quantas coisas.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

"O" livro

Fez no Domingo uma semana que comprei finalmente "o" livro, aquele pelo qual há algum tempo ansiava, tal era a quantidade de críticas favoráveis, mas ainda não o tinha adquirido devido ao preço.
Estava a haver um desconto de 20% no Feira Nova em livros, só que era 20% de desconto num talão para posterior dedução... mas pronto, 3.97€ mesmo em talão de desconto é dinheiro, se até dia 31 usar o talão vai compensar na mesma a compra do livro (19.80€, fonix).
Ah, o livro é A Sombra do Vento de Carlos Ruiz Zafón.

Sobre o tabaco

Eu costumo conviver com amigos e colegas que fumam, e não me queixo, excepto se o fumo do cigarro da pessoa ao meu lado está a vir directamente para cima da minha cara, aí poderei afastar o fumo com o mão, isso até eles o fazem quando lhes acontece o mesmo, por isso, que ninguém tenha a lata de reclamar por eu estar a reclamar disto, se não que inale esse fumo já que é assim tão bom (até gostava de ver).
Pode ser à ditador, mas por um lado até acho muito bem essa nova lei, até porque o cigarro é um veneno, se fosse só tabaco... mas não o é, tem uma enorme quantidade de químicos misturados, e os que não fumam não são obrigados a ter que levar com o fumo venenoso e não me venham armados em egocêntricos a dizer que quem está mal que se mude, esta merda não é assim. E atenção, não esquecer o que disse no início, eu convivo com gente que fuma sem me queixar, por isso não sou propriamente um anti-tabagista radical, mas apeteceu-me este post a mandar vir, só mesmo porque sim.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Filme(s) de aventura

Na semana passada fui ao cinema ver O Tesouro: Livro dos Segredos. Não fui eu que escolhi, filmes de aventura, actualmente não são muito o meu género, muita aventura fantasista e armadilhas impossíveis de serem construídas há não sei quantos milhares de anos atrás e funcionarem repetidamente e sei lá mais o quê, como era o caso deste filme, já para não falar do génio informático que fazia o que queria... pois, claro! Sei que isso não conta para nada como filme de aventura, logo de entretenimento, e nesse sentido e avaliando o filme dentro do género a que pertence, acho que funciona razoavelmente bem.

domingo, 23 de dezembro de 2007

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Sábado, só se falava num assunto e eu próprio pensei que iria ver essa tal coisa de que tanto se falava.
Tinha ficado combinado cinema à noite. Quando saio do banho reparo que tenho uma sms, a pessoa com quem ia ao cinema a convidar-me para ir jantar, que já estava no Forum e a concordar com o filme que eu tinha sugerido (embora eu achasse a sessão cedo por causa de jantar e me arranjar, mas com o convite isso deixava de ser problema).
Vesti-me e lá fui, cheguei ao Forum era perto das 20:30 e o filme começava às 21h, tinha mandado o futebol às urtigas e fui a pensar que poderia perder uma boa exibição ou uma boa vitória, mas que não interessava, não se troca amigos pela porcaria do futebol, mas também não aconteceu nem uma coisa nem outra e só posso ficar contente pela minha escolha.
O filme foi Gangster Americano. Acho o Denzel Washington grande actor e esse era o motivo maior para ir ver o filme. Não adorei mas gostei, uma boa história - em jeito de biografia - e contou o essencial, sem excesso de acção ou violência e com óptimas interpretações.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Era uma vez um Bonifáceo...

No passado dia 22 morreu aquele a que de alguma maneira devo este nick, se não lhe tivesse posto este nome não me lembraria de o usar como nick fosse onde fosse.
Sete anos e oito meses.
Adeus Bonifáceo!

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Outro livro

Acabei finalmente de ler O Coração das Trevas de Joseph Conrad no sábado, tinha começado dia 1 de Agosto, para um livro de 130 páginas foi muito tempo. Agora vou começar Trilogia de Nova Iorque de Paul Auster.
O Coração das Trevas, segundo uma nota no final do livro, é o livro favorito de Agustina Bessa-Luís e estava num top 10 da Paula Moura Pinheiro e é dito como talvez a melhor novela do autor e que inspirou uma parte do filme Apocalypse Now de Francis Ford Coppola. Pessoalmente, não achei um livro fabuloso, algumas vezes confuso em como o narrador e personagem principal descreve certas coisas, mas acho que é aí que o livro acaba por ser diferente, nessa maneira de descrição de sentimentos e passagens. E pronto, gostos são gostos, e ainda ontem uma convidada do Câmara Clara referenciou um outro livro do autor como o favorito dela.
Sobre Trilogia de Nova Iorque sei que é o livro mais famoso e vendido de Paul Auster.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

A Thunderlady pediu, e eu sei que às vezes sou um grande casmurro... Para quem quiser dar uma espreitadela neste desafio dela e da Abox, está à vontade. :)

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Alhos e bugalhos

Isto das sms... volta que não volta pergunto alhos e respondem-me bugalhos. Se uma ou outra vez a culpa até poderá ter sido minha que era muita informação e uma escrita talvez confusa, na maioria das vezes tenho a certeza que não é o caso. Um exemplo, que acabou de acontecer e é dos que não me preocupa minimamente e nem tem muito a ver com o que me estou a queixar: "leva bola para o jogo. Está cheia?", resposta "Ok". É bem, deve ser sinal que está, apesar do tipo não ter sido nada explícito em relação ao questionado. Mas este exemplo realmente é dos que não me preocupa minimamente. Pior mesmo é quando ainda me dizem, "é pá, não percebi nada da tua mensagem"...!

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Carry On


Comprei este no Domingo de manhã quando andava às compras no Carrefour. Para mim era o único cd de jeito lá, e como aos meses que não comprava um, teve que ser.
É o segundo álbum a solo do Chris, lembro-me perfeitamente quando comprei o primeiro em '99, Euphoria Morning. Era sexta-feira e estava na loja de música que costumava ir na altura e vejo-o lá, acho que devia ter acabado de chegar pois só a partir desse dia comecei a ver o clip da Can't change me nos canais de música. Não conhecia nada do álbum mas comprei-o na mesma.
A solo não tem muito do som de Soundgarden que tanto adoro e que continuo a pensar que um dia ainda se vão reunir. Talvez por isso não seja dos álbuns que mais oiça e este cd poderá ir pelo mesmo caminho.

Deste álbum a mais conhecida é a última faixa (penúltima na versão que comprei), You know my name, tema principal da banda sonora do último James Bond, Casino Royale.



Acho que prefiro a No such thing.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

A favorita

A minha música favorita é esta, e por acaso, ou não, é daqueles a quem eu às vezes chamo e considero (para mim, claro está) d'os maiores. Mas não gosto de fanatices nem é o que pretendo, isto é uma excepção.

Acima de tudo porque podem ser considerados como exemplo não só musicalmente. Interessam-se por causas sociais e ambientais, mesmo antes de ser moda. Já processaram a Ticketmaster em defesa dos fãs contra preços altos dos bilhetes. Chatearam-se pela segunda vez com a Rolling Stone, da segunda, contratos são para cumprir, uma banda é uma banda e não apenas um vocalista para aparecer na capa. Não são uns excentricos (da merda) com pinturas e outras esquisitices armados em artistas. Capas de álbuns originais sem fotos deles (tirando o Gratest Hits), e também caixas de cartão a partir do terceiro álbum. Na última digressão o Ed tentava falar na língua do país em que se encontrava, com a ajuda de umas cábulas, claro (que outro vocalista se daria ao trabalho?!). Etc.
Gosto do género, grunge, tem agressividade q.b., e as baladas são em minoria (e as meninas adoram cantar baladas :p).
Esta música, apesar da maioria da letra não me dizer grande coisa, gosto como é cantada.
E esta é a minha favorita, apesar de achar que a Alive é a melhor, não sei se é contradição...

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Sábado

No sábado tive outro casamento, saí de casa às 11h e entrei às 21h.
E já que não tinha saído nem na quinta e nem na sexta à noite, teve que ser, não perdoei, lá fui eu para a noite perto das 23h.
Depois de uns copos na Praça do Peixe fui ver o concerto dos Clã integrado no cartaz da Semana de Recepção ao Caloiro. Obviamente que não sou fã de Clã (como já devem ter reparado), mas o pessoal com quem estava queria ir, e como nem acho uma banda muito horrível lá fui. Fui acima de tudo como curioso e para avaliar como são os gajos ao vivo. A Manuela quando falou foi para falar das letras e dizer algo que não gosto muito, as letras normalmente não são escritas nem por ela nem por nenhum elemento da banda, e eu pessoalmente não gosto muito disso, são ideias e para mim, músico que é músico expressa-se na música, logo tem que escrever o material que toca, terceiros a fazê-lo... não percebo. Antes disso, e na segunda vez que fui para a frente do palco, vi que tocam com dois baixos, sem guitarra, um deles acho que baixo piccolo, levava um capo, e esse tinha um som mais agudo, e leigo como sou, para mim a ouvir na rádio tem um som idêntico ao de uma guitarra distorcido, daí eu pensar até àquele dia que tinham realmente um guitarrista.
Concluindo, acho que a actuação foi boa e admito que gostei de ouvir Problema de expressão, mesmo sendo uma balada, mas mais porque me recorda o tempo de adolescente em que passava o Verão na Torreira e os três bares da praia, qualquer um deles, fechava ao som dessa música.
E pronto, cheguei a casa depois das cinco, depois de dizer como muitas outras vezes aos meus pais, que não ia chegar tarde, só ia tomar café.