sábado, 29 de outubro de 2005
segunda-feira, 17 de outubro de 2005
Conhecem Espinheta de bacalhau!?
Bacalhau demolhado (cru), com cebola, pimenta e não sei se leva mais alguma coisa. Só sei que não volto a comer tal coisa, eu que sempre pensei que não comeria sushi e comi bacalhau cru... e só comi 1/4 de pão da avó com aquilo porque dei a primeira trinca... e logo vi que ali havia gato, e lá me disseram o que era, o que não me deixou nada contente...
segunda-feira, 10 de outubro de 2005
Adeptos de Portugal?
No passado Sábado, dia 8 de Outubro, fui ver o jogo Portugal x Liechtenstein, foi a segunda vez que fui ao Municipal de Aveiro, a primeira tinha sido contra a Grécia na inauguração, e foi a terceira vez que fui ver um jogo de futebol, embora adore o dito desporto, não gosto das confusões nem do preço dos bilhetes.
E odiei uma coisa, que acontece muito, depois do golo do Liechtenstein sempre que o Ricardo tocava na bola era um coro de assobios, contrastado por aplausos, que me pareceram em muito menor escala, pelo menos de onde eu estava. Não percebo esses ditos Portugueses que assobiam um homem das suas cores, que baixeza, as pessoas que tenham vergonha. Pá, cometeu um erro, ultimamente tem-lhe acontecido muito, mas naquele caso nem teve culpas sozinho. Mas as pessoas estão ali para apoiar ou quê? Eu também não gostei, mas acontece e aquela não é a melhor forma de o demonstrar, pois assim o Ricardo só poderá é ficar mais nervoso.
E quanto ao Ronaldo, "não passa a bola a ninguém", rnha nha nha, etc... foda-se... até falo mal, ele jogou como sempre joga, com uma diferença, as fintas não estavam a sair bem e perdia a bola, mas de resto passava quando é normal ele passar, agora um dia é o maior e outro já não?! Que povo injusto nós somos. Ele centrou para o primeiro golo, e que tal agradecer-lhe por isso?
O jogo foi fraco, tendo em conta os adversários, é verdade, mas diga-se, criámos mais oportunidades, eles só mesmo o golo e aquele remate (depois de uma má saída de Ricardo) que seria golo se não batesse no rabo dum jogador deles caído em fora de jogo.
E odiei uma coisa, que acontece muito, depois do golo do Liechtenstein sempre que o Ricardo tocava na bola era um coro de assobios, contrastado por aplausos, que me pareceram em muito menor escala, pelo menos de onde eu estava. Não percebo esses ditos Portugueses que assobiam um homem das suas cores, que baixeza, as pessoas que tenham vergonha. Pá, cometeu um erro, ultimamente tem-lhe acontecido muito, mas naquele caso nem teve culpas sozinho. Mas as pessoas estão ali para apoiar ou quê? Eu também não gostei, mas acontece e aquela não é a melhor forma de o demonstrar, pois assim o Ricardo só poderá é ficar mais nervoso.
E quanto ao Ronaldo, "não passa a bola a ninguém", rnha nha nha, etc... foda-se... até falo mal, ele jogou como sempre joga, com uma diferença, as fintas não estavam a sair bem e perdia a bola, mas de resto passava quando é normal ele passar, agora um dia é o maior e outro já não?! Que povo injusto nós somos. Ele centrou para o primeiro golo, e que tal agradecer-lhe por isso?
O jogo foi fraco, tendo em conta os adversários, é verdade, mas diga-se, criámos mais oportunidades, eles só mesmo o golo e aquele remate (depois de uma má saída de Ricardo) que seria golo se não batesse no rabo dum jogador deles caído em fora de jogo.
terça-feira, 20 de setembro de 2005
Lost in Translation

No passado Domingo, dia 18, deu na SIC este belíssimo filme, o qual já tinha visto no cinema. Muita gente pode achar um filme entediante, uma verdadeira seca, etc., mas eu adoro, principalmente por aquela relação entre os dois personagens principais, adoro. É um amor tipo bucólico, do deixa andar, nenhum dos dois força nada... E no fim, aquele abraço seguido do beijo... foi a cereja no topo do bolo.quinta-feira, 15 de setembro de 2005
O Bordel
Segundo os boatos, vai abrir numa antiga oficina de baterias, um bordel, (ou uma boate), lá perto da casa dos meus avós maternos. Já há quem esteja contra, "que não é sítio", gente que em tempos ouvi eu dizer que é preferível as mulheres (prostitutas) estarem assim em casas, do que andarem nas ruas, onde não fica tão bem aos olhos de quem passa e é mais perigoso para essas próprias mulheres.
Eu por mim acho que está bem, desde que não incomodem ninguém. Não é que esteja de acordo com a prostituição, que não estou, mas realmente assim, as condições de higiene e segurança são melhores. No passado Sábado acho que houve já lá qualquer coisa, embora ainda não tenha aberto ao público em geral, houve quem visse lá estacionados, alguns carrões, mercedes, audi's e bmw's.
sexta-feira, 2 de setembro de 2005
"Mãos que falam" de 28 de Agosto
"Mãos que falam" é uma crónica escrita pela Margarida Rebelo Pinto no Jornal de Notícias, e no passado Domingo, dia 28 de Agosto escreveu:
"Homens e bichos"
"Sempre intuí nas pessoas excessivamente devotas aos animais uma disfunção efectiva em relação aos outros seres humanos. Entendo e aceito a dedicação a cães que funciona como vazadouro de afectos e objecto ideal para o exercício de práticas dominadoras, aceito a tranquilidade que traz o dorso macio de um gato como panaceia anti-stresse e até admito que os peixes têm um efeito relaxante para os olhos e os neurónios. O que não percebo são as pessoas que tratam os animais como pessoas, até porque na maior parte dos casos acabam por tratar as pessoas como animais. Aquelas que têm fotografias do cão de estimação à mesa de cabeceira, que mudam de casa por causa do cão, que atravessam o país inteiro para arranjar uma namorada para o cão, que gastam mais dinheiro no veterinário do cão do que num seguro de saúde, que falam com os bichos como se fossem gente.
Conheço um cão assim, chamado Jonas, um basset hound das melhores famílias, com trote de imperador chinês no trono há mais de 500 anos, nariz mais empinado que o da Manuela Moura Guedes e uma dose de autoconfiança superior à da Teresa Guilherme. O Jonas é bonito, altivo, elegante, mimado e cheio de charme, enfeita qualquer sala e enobrece o mais majestoso dos jardins, ladra muito pouco e sabe receber as visitas de forma cordial e afectuosa, faz sala e algumas gracinhas, põe as crianças loucas de alegria e os adultos babados de orgulho, enfim é uma companhia agradável, civilizada e de certo modo até recomendável.
Mas o meu amigo Jonas tem um grave problema: trata-se de um cão convencido que é uma pessoa. O Jonas tem dores de cabeça, depressões, amua, sofre com as separações na família, reclama programas sociais com outros cães, protesta quando não lhe dão atenção, rosna quando lhe tiram o canal Panda do écran da televisão, tem dias de mau feitio e de neura que ninguém o atura. Tal e qual uma pessoa. A dona, que o adora, às vezes conta-lhe a história de um cãozinho que era pobrezinho e foi encontrado na rua e o Jonas uiva, solidário e comovido com o drama. Não, não é ficção, é mesmo verdade.
E como o Jonas já estava farto de viver só entre os seus iguais, agora tem uma namorada canídea como ele, a quem ele já tratou de explicar que ele é uma pessoa e ela não. A namorada do Jonas que não é tão esperta como ele mas será menos equivocada, está a pouco e pouco a adquirir os mesmos problemas de personalidade do seu par. E o casal já tem honras de fotografia na sala em moldura de prata.
Não sei porquê, mas a história do Jonas faz-me lembrar uma anedota sobre um maluco internado no Hospital Miguel Bombarda que pergunta aos transeuntes vocês aí fora, no mundo, são muitos? Provavelmente, muito mais do que o bom senso imagina."
Sinceramente não percebi bem qual era a intenção dela, se tem ciumes dos animais de estimação, ou se foi deixada pelo dono de algum... ela não deve gostar nada de animais para dizer que quem é devoto tem uma disfunção efectiva, ela é que deve ter, provavelmente não deve ter muita sorte nos relacionamentos, para escrever esta crónica. É das coisas mais foleiras que já li, se mandasse no jn despedi-a. E como leitor fui ofendido, por ser defensor dos animais :D.
Não encontrei o email no site oficial, mas se quiserem procurar lá melhor http://margarida.clix.pt/. Se encontrarem avisem para protestar :D.
"Homens e bichos"
"Sempre intuí nas pessoas excessivamente devotas aos animais uma disfunção efectiva em relação aos outros seres humanos. Entendo e aceito a dedicação a cães que funciona como vazadouro de afectos e objecto ideal para o exercício de práticas dominadoras, aceito a tranquilidade que traz o dorso macio de um gato como panaceia anti-stresse e até admito que os peixes têm um efeito relaxante para os olhos e os neurónios. O que não percebo são as pessoas que tratam os animais como pessoas, até porque na maior parte dos casos acabam por tratar as pessoas como animais. Aquelas que têm fotografias do cão de estimação à mesa de cabeceira, que mudam de casa por causa do cão, que atravessam o país inteiro para arranjar uma namorada para o cão, que gastam mais dinheiro no veterinário do cão do que num seguro de saúde, que falam com os bichos como se fossem gente.
Conheço um cão assim, chamado Jonas, um basset hound das melhores famílias, com trote de imperador chinês no trono há mais de 500 anos, nariz mais empinado que o da Manuela Moura Guedes e uma dose de autoconfiança superior à da Teresa Guilherme. O Jonas é bonito, altivo, elegante, mimado e cheio de charme, enfeita qualquer sala e enobrece o mais majestoso dos jardins, ladra muito pouco e sabe receber as visitas de forma cordial e afectuosa, faz sala e algumas gracinhas, põe as crianças loucas de alegria e os adultos babados de orgulho, enfim é uma companhia agradável, civilizada e de certo modo até recomendável.
Mas o meu amigo Jonas tem um grave problema: trata-se de um cão convencido que é uma pessoa. O Jonas tem dores de cabeça, depressões, amua, sofre com as separações na família, reclama programas sociais com outros cães, protesta quando não lhe dão atenção, rosna quando lhe tiram o canal Panda do écran da televisão, tem dias de mau feitio e de neura que ninguém o atura. Tal e qual uma pessoa. A dona, que o adora, às vezes conta-lhe a história de um cãozinho que era pobrezinho e foi encontrado na rua e o Jonas uiva, solidário e comovido com o drama. Não, não é ficção, é mesmo verdade.
E como o Jonas já estava farto de viver só entre os seus iguais, agora tem uma namorada canídea como ele, a quem ele já tratou de explicar que ele é uma pessoa e ela não. A namorada do Jonas que não é tão esperta como ele mas será menos equivocada, está a pouco e pouco a adquirir os mesmos problemas de personalidade do seu par. E o casal já tem honras de fotografia na sala em moldura de prata.
Não sei porquê, mas a história do Jonas faz-me lembrar uma anedota sobre um maluco internado no Hospital Miguel Bombarda que pergunta aos transeuntes vocês aí fora, no mundo, são muitos? Provavelmente, muito mais do que o bom senso imagina."
Sinceramente não percebi bem qual era a intenção dela, se tem ciumes dos animais de estimação, ou se foi deixada pelo dono de algum... ela não deve gostar nada de animais para dizer que quem é devoto tem uma disfunção efectiva, ela é que deve ter, provavelmente não deve ter muita sorte nos relacionamentos, para escrever esta crónica. É das coisas mais foleiras que já li, se mandasse no jn despedi-a. E como leitor fui ofendido, por ser defensor dos animais :D.
Não encontrei o email no site oficial, mas se quiserem procurar lá melhor http://margarida.clix.pt/. Se encontrarem avisem para protestar :D.
terça-feira, 19 de julho de 2005
Aceitam-se propostas de leitura
Não tenho andado com muita paciência para escrever no meu próprio blog, também porque nem tenho muitas ideias...
Por isso, e o tema não é nada de especial, mas aqui vai, aceitam-se propostas de livros, de qualquer época, não tem que ser livro da "moda" ou livro de praia...
Escrevam o título, e a editora se souberem e já agora o género e um pequeno resumo da história, so de que trata, nada de especial se não pode perder a piada de o ler... :D
Por isso, e o tema não é nada de especial, mas aqui vai, aceitam-se propostas de livros, de qualquer época, não tem que ser livro da "moda" ou livro de praia...
Escrevam o título, e a editora se souberem e já agora o género e um pequeno resumo da história, so de que trata, nada de especial se não pode perder a piada de o ler... :D
segunda-feira, 4 de julho de 2005
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