segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Foo Fighters - In Your Honor


Ainda só tinha o homónimo dos Foo Fighters, adquiri este há umas semanas. Álbum duplo e citando Dave Grohl, o primeiro cd é rock e o segundo é acústico.
Na altura uma das críticas que ouvi era que havia demasiada voz. Talvez, e tem uns quantos berros, mas gostei.
Uma coisa estranha relacionada com o título é que há capas escritas com "honour" e outras "honor", na minha está escrito "honour", mas no site da banda está "honor", uma insignificanciazinha.
Acho que é unânime que é das maiores bandas do momento, com grandes concertos.
Fica o vídeo da faixa que abre o álbum, In Your Honor, era para ser a Best of You, mas esta está também bastante agressiva e tem uma letra engraçada, "in you honor i would die tonight"...

domingo, 30 de novembro de 2008

Sem olhar a pormenores, e apenas num sentido de lógica e coerência:
Liberdade de expressão sim, mas anarquia não, certo? Ou para pôr em prática a primeira, só através da segunda? É que não vejo lógica nenhuma, andarmos a fazer o que queremos só porque achamos que temos esse direito, e se calhar nem temos razão, e acima de tudo porque somos filiados ou representamos um certo partido...
Isto só me faz lembrar que tenho mesmo razão em ser anti-partidário, por esses lados é só gente incoerente a puxar a brasa à sua sardinha e contradizendo-se quando é para apontar o dedo ao opositor.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Olho para Led Zeppelin e Jimi Hendrix e só penso em como realmente gosto bem mais de blues que jazz e em como acho que foi mais importante para o rock. [E o jazz vem do blues.]
Isto porque tinha para aqui umas páginas com a Stairway to Heaven no YouTube abertas, e a música veio ao acaso quando estava a treinar uns acordes na guitarra do H. e sem querer, por engano, fiz lembrar a parte antes do solo de guitarra, ao tocar um ré sustenido - diz o H. que eu pouco percebo do assunto -, que nem sequer me tinha sido ensinado. Estou mesmo a dar os primeiros passos, mas aquele momento fez lembrar em ambos os meus colegas a dita música, que é bastante boa.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Jeff Buckley - Mojo Pin

Gosto mesmo muito desta faixa, música e letra. Das que conheço de Jeff Buckley é talvez a minha favorita.
Até a frase que precede a letra no site oficial, "It's a song about a dream", na altura que li gostei desta nota, encaixava, muito por causa da altura em que comecei a ouvir... e etc. que não me vou alongar.
Tenho que começar a ler comentários com mais calma para não dar respostas que quando volto a ler vejo que ou fui muito intempestivo ou por só ler uma vez e estar cansado ou qualquer outro factor que faça com que tenha uma má interpretação do comentário e me faça arrepender da resposta. Aconteceu-me hoje, foi pelo menos a segunda vez, quando por acaso lia um post antigo noutro blog.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Filmes & filmes...

Falando dos últimos filmes que vi, alguns aconselhados (todos menos o último):
Closer, ao tempo que andava para ver. Não gostei daquele desespero em arranjar alguém e trocas constantes entre casais.
Hard Candy, nem tudo o que é original e tem boas interpretações significa que seja muito bom. Acho que a história é um bocado forçada, isso principalmente. Poderia dizer que uma garota de 14 anos dificilmente arrastaria um homem adulto maior que ela pela casa e o penduraria, mas isso é o que menos interessa.
A vida dos outros, filme alemão, não está mau, mas o tema não é dos meus favoritos, embora seja uma boa história, mais ou menos real, sobre uma classe social (artistas) durante a Alemanha dividida.
The Darjeeling Limited, já mais ao meu estilo, pode não ser espectacular, mas acaba por ser divertido e o que gostei mais desta lista.
The Hottest State, este foi o único que vi no cinema, e vi agora que já era de 2006. Tal como o de cima, outra produção independente. Uma história de amor, que me puxou ao início e depois mais perto do fim. Não sei se era do cansaço mas no meio só me apetecia vir embora, porque houve pouco desenvolvimento... O filme não foi mau de todo. Na verdade, sou um grande esquisito.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

domingo, 26 de outubro de 2008

We Are Scientists - With Love and Squalor


Adquiri este álbum vai fazer duas semanas. Finalmente! Dentro do género, indie-rock, virado para o art-punk (logo também para o pós-punk), a comparar com álbuns de Bloc Party, Franz Ferdinand, The Strokes, Interpol, Arctic Monkeys, este é o álbum de que mais gosto.
E esta música é demais.

It's a Hit
Quero que fique registado, que o condutor que me ultrapassou na semana passada, quando eu já estava no eixo da via com o pisca para a esquerda, ao tempo, é um grande filho da puta! Filho da puta!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008


Agora que tenho esta coisa nova há um mês, já não o posso tratar mal como acontecia com o outro, é obviamente mais frágil. O outro para além de já ter um aspecto menos bom, andava a ser frequente não me ouvirem durante as chamadas e então teve mesmo que ser. Ao menos é bonito, tem leitor de mp3, que era a única coisa que fazia falta, e é pequeno, sim, acima de tudo pequeno, não gosto cá de tijolos grossos só porque têm flash e mais não sei o quê que não me interessa para nada.
É pena, às vezes sabia bem descarregar no telemóvel, já que era por ele que costumavam chegar más notícias, ou deixava sequer de chegar alguma resposta, algo que odeio, e o pobre é que pagava.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Não me lembro quem é que me disse esta semana que devia aprender a dançar.
[Grande post...!, esta lembrança surgiu-me simplesmente e de repente na cabeça enquanto lia outros blogs.]

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Pearl Jam - Spin the Black Circle

Esta foi a única vez que os Pearl Jam ganharam um Grammy, em 1996, e foi com uma das minhas músicas favoritas deles.
Isto porque me lembrei que os System of a Down ganharam com a B.Y.O.B. em 2006, prémios referentes a 2005, para a mesma categoria, Best Hard Rock Performance. E eu por uma série de razões não acho muita piada à música. Mais devido ao refrão pimba (com uns lálálá valha-me nossa) e guitarras barulhentas e não vou à bola nem um bocadinho com o guitarrista que está sempre a mandar grunhidos e a tentar cantar, mas se fosse dar uma curva era melhor. Que grande cromo.
E para os prémios referentes a 1994, os Soundgarden ganharam com a Black Hole Sun (não é das minhas favoritas do álbum) Best Hard Rock Performance e com a Spoonman Best Metal Performance, ambas faixas do Superunknown, ou seja, ambas com sonoridade idêntica. Esses gajos dos Grammy's não sei não... acho que deixam um bocado a desejar nas avaliações.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

As mulheres são estranhas! Não as compreendo. Não compreendo as minhas amigas, acho que são minhas amigas. São mesmo estranhas as mulheres. Sim, estranhas.

sábado, 13 de setembro de 2008

The Killers - Sam's Town

Comprei este no início da semana. Estava muito indeciso estre este e um dos Arctic Monkeys ou Interpol (ao vivo os elementos destas duas bandas parecem-me muito parados o que acho uma seca).
Já o ouvi e gostei, e gostei mais da sonoridade do que a do Hot Fuss, a começar pelo sintetizador que não está um abuso e aparece mais vezes piano.
E fica o vídeo ao vivo da For Reasons Unknown, esta e a When You Were Young são as minhas favoritas.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Acabei de ler há umas semanas Beatles, de Lars S. Christensen. Gostei, uma história sobre quatro adolescentes, muito bem escrita e interessante. Recomendo. No dia a seguir a terminar comecei a ler O amor nos tempos de cólera, de Gabriel García Márquez. Ainda só vou na página 78 e o livro ainda não me despertou grande interesse, tirando uma ou outra passagem, mas nada de especial.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

X-Files: I want to believe

Fui há uns domingos atrás ver este filme, e já me tinha apercebido que não era o que estava à espera, ou seja, uma espécie de conclusão ao tema principal da série: super soldados e extraterrestres e conspirações. Não, era uma nova história, como se fosse um episódio novo, mas com o tempo de longa metragem. Sinceramente, até podia ser, mas não com este título, o título tem tudo a ver com o que eu disse que estava à espera, também porque me faz lembrar o cartaz com o disco voador. Mas mesmo independentemente disso, fiquei decepcionado. Tendo em conta o que está para trás, série e filme pelo meio, a ligar duas temporadas, acho que deram muita ênfase à nova carreira da Dana Scully, acho que houve pouca investigação até chegarem à conclusão do caso, e estes dois factores reunidos tendo em conta que era uma longa metragem, acabam por tornar o filme um bocado morto, até parecia um daqueles episódios característicos a narrar um caso numa terrinha isolada, se calhar o orçamento não era muito e ainda por cima usaram-se do que seria o título perfeito para o tema que eu queria (sim, não me calo com esta) e para além de que no final aquilo se tornou bastante bizarro, mesmo demasiado bizarro e mesmo sendo X-Files... entre outras coisas que eu considerei falhas, uma delas a morte do filho, ainda por cima o gajo parecia ter poderes sobrenaturais e morre?!


P.S.: Sim, eu escrevo muito quando o assunto é X-Files.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

No carro

Tenho ouvido Soundgarden no carro. Ouvi o Badmotorfinger, Down on the upside, Louder than love e agora estou no Superunknown, e não estou nada farto. Fica aí uma do Down on the upside, que é um álbum que tem qualquer coisa de diferente que adoro. Adoro principalmente quase todas da segunda metade do disco. Para outra altura há-de ficar uma do Badmotorfinger, o meu favorito.

Soundgarden - Never the machine forever

P.S.: A haver uma Tighter and tighter ao vivo era a que escolheria.

É normal ao sair do consultório do oftalmologista o médico nos desejar as melhoras apesar de se manter tudo igual desde a consulta de há dois anos, ou seja, não houve aumento da graduação?!
E depois a secretária teve a lata de também ela desejar as melhoras.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Fez no domingo uma semana que fui ver o Dark Knight. Já se sabe que já não sou muito fã deste tipo de filmes, mas como me convidaram e até estava curioso, já desde o anterior, Batman begins, que ainda não vi. Porque parecia-me que não abusava muito da fantochada de efeitos especiais como é costume, era mais puro e duro e genuíno. E acho que assim foi e grandes interpretações e uma história bem linear e estruturada.

O filme só tem um senão, que é se se tiver em atenção a história original da BD. E foi por isso que não publiquei isto há mais tempo, andei por curiosidade a pesquisar. Foram horas e horas de leitura. Enfim. Na altura achei as diferenças importantes, agora nem por isso, embora realmente não tenha quase nada a ver as duas versões. Só vou dizer que a personagem Rachel Dawes foi inventada para os dois últimos filmes, ou seja, o promotor público Harvey Dent era casado com Gilda. E Harvey Dent foi desfigurado durante o julgamento de Marone, por este, com ácido e assim se tornou no Two-Face.

Mas não tendo isso em conta e avaliando o filme com a história que é apresentada acho que está realmente bom.