domingo, 28 de junho de 2009

Mais um concerto

Não sei porque se diz mal, ou super mal, com piadas de mau gosto, de bandas que na década de noventa eram super ouvidas e fartavam-se de passar pelas rádios e agora até os locutores gozam com essas mesmas bandas. É que se era bom, e a sonoridade continua a estar presente em bandas mais recentes hoje em dia, acho que continua a ser bom.
Isto porque fui ver mais um concerto. Desta vez numa qualquer festarola em Albergaria (-a-Velha).
Eram os Delfins. E acho que faziam boa música pop. Pelo menos parece-me que só tocaram as consideradas boas. Eu não costumo ouvir, mas se estiver a passar na rádio, é na boa. Prefiro, a tretas que falam do "apartamento t3", que era o mesmo que cantava a outra treta do "la la la la u" ou o raio... Por isso quando dizem mal dos Delfins e ouvem tretas idênticas ou piores deviam trincar a língua. Só pela falta de bom senso e memória e etc.
Não se pagou entrada, e deram um concerto de mais de duas horas. No mínimo, mesmo para os mais esquisitos, foi uma boa actuação, sem dúvida.
Houve chuva à mistura e pó e foi uma boa noite.
Faltou ir ao Clandestino. Mesmo que sozinho. Porque gosto de lá ir e disse num blog que passava por lá e porque em parte está ligado às noites em que saía sozinho e passava por lá e esta terminaria de igual modo.
P.S.: Quase duas horas e meia de ténis à tarde, deixaram-me a esta hora neste estado, cansado e com dores de cabeça que deve ter algum efeito naquilo que escrevo. Ou então não. Isto era para acabar ainda mais deprimente, mas travão.

9 comentários:

franksy! brider in command disse...

és como um rio?!

bonifaceo disse...

Hum... "não sei" foi a primeira coisa que me veio à cabeça, mas pensando um pouco no refrão, por vezes se calhar até sou.
Isso é uma crítica ou o que é?! :D
Fiquei curioso em saber a opinião. Que pode ser sincera. ;)

franksy! brider in command disse...

era eu assim a modos que... a gozar!

os delfins foram uma boa banda, tem boas músicas no início, mas conseguiram estragar tudo [quanto a mim] entrando num ciclo comercial e com letras que... enfim! degradaram tanto a imagem deles que já é difícil aceitá-los...

as letras tornaram-se mesmo... intragáveis! não consigo pensar em nenhuma ser me vir a etiqueta 'ridículo' à cabeça...

bonifaceo disse...

Eheh!
Isso ainda antes da babilónia ou a partir de que momento? (Do sou como um rio? Eles não tocaram a babilónia, que é daquelas que eu acho mesmo más.)
Defendi-os por comparação com aquilo que há e se calhar lembrando-me das tais boas músicas de que falas. Espero eu...

franksy! brider in command disse...

Claro que se formos fazer comparações eles ficaram sempre melhor! Até porque, como dissemos, pelo menos têm uma parte da carreira de qualidade!

Miss Kin disse...

Vá vá, solta os prisioneiros! :P
Delfins são mesmo aquela música com meia dúzia de hits, mas que na maior parte das músicas, são o q eu chamo de azeiteiros.
Mas é como dizes, se estiver a dar não mudo e sou capaz de cantar a acompanhar.

bonifaceo disse...

Eheh!
É isso Miss Kin! Eu também não sou fã, um defensor acérrimo, mas há tanta coisa má que ninguém critica. Foi só por isso que disse o que disse, porque realmente e na verdade tirando os êxitos, que foi o que tocaram, eu não conheço mais nada. :D

arlekim disse...

Primeiro não é uma festarola e os Delfins tem uma longa carreira de 25 anos. Como sempre não se pode agradar a todos. O grande sucesso do grupo surgiu com "Sou Como Um Rio" que nem é dos meus temas preferidos.

bonifaceo disse...

Disse festarola mas não foi no sentido pejorativo, simplesmente não sabia como se chamava, embora ache que se houve festa, pode muito bem ser chamada festarola (no bom sentido).

E sei que os Delfins têm 25 anos de carreira e não acho que o grande sucesso tenha surgido com o sou como um rio, já vinha de trás, embora o sou como um rio tenha surgido na colectânea dos melhores temas, o caminho da felicidade e esse era um tema inédito e pelo que parece foi o álbum com melhores receitas. Mas isso apenas porque a banda já era bastante conhecida, isso foi no máximo, o pico da fama.