Na altura do Natal comprei uma caneta e ao experimentá-la em casa escrevi num bocado de papel "Vamos todos embora!". Passado uns dias olhei para o papel e li a frase e ainda não me lembro porque raio a escrevi, como raio surgiu!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
terça-feira, 1 de novembro de 2011
"Pé atrás!", pensava ele já a mais de meio da noite. No final, e como esperara, algo correu mal, uma desconsideração, pequena, contudo e mesmo com o sobreaviso natural, de quem é desconfiado por natureza - e com razão-, ficou fulo. Muito fulo!
Ai Daniel, Daniel...!, sempre o mesmo! As pessoas não mudam, a começar por ti.
Ai Daniel, Daniel...!, sempre o mesmo! As pessoas não mudam, a começar por ti.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
"Drat! Drat and double drat! And even a triple drat!"
[Poderia antes pôr o remorder do cão (do Muttley, claro está!), que, para além de ainda achar mais piada, é (mesmo) mais o meu estilo, é quase indecifrável.]
[Se não ficasse foleiro à brava, ainda mais do que já é, punha um parêntesis dentro do parêntesis, a dizer que indecifráveis, voltando ao meu antigo tema, são mesmo as mulheres, pelo menos algumas, e para mim, claro está.]
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Ficam a saber
Quando estou a resmungar com alguém, possivelmente só direi metade daquilo que realmente quererei dizer, ou por vergonha de falar demasiado no assunto, ou porque eu próprio acho que estou a ser um resmungão chato. Na segunda possibilidade poderá haver um pouco da primeira.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Como foste ali parar?
Na segunda dei com uma sardanisca (ou lagartixa) dentro do carro!
Não me metiam confusão até esse dia, teve que ser o meu pai a tentar tirá-la. Escondeu-se, pensei que tivesse morrido esmagada debaixo do tecido do chão do carro, mas hoje voltei a vê-la e ela voltou-se a esconder.
É ridículo, antes de cada viagem ponho-me a abrir as portas para ver se ela está na beira e sai. E antes de entrar e enquanto ponho o carro a trabalhar ponho-me a repetir interiormente, "não tenho medo de sardaniscas!", é que não tenho mesmo, mas sou assustadiço!
Não me metiam confusão até esse dia, teve que ser o meu pai a tentar tirá-la. Escondeu-se, pensei que tivesse morrido esmagada debaixo do tecido do chão do carro, mas hoje voltei a vê-la e ela voltou-se a esconder.
É ridículo, antes de cada viagem ponho-me a abrir as portas para ver se ela está na beira e sai. E antes de entrar e enquanto ponho o carro a trabalhar ponho-me a repetir interiormente, "não tenho medo de sardaniscas!", é que não tenho mesmo, mas sou assustadiço!
terça-feira, 15 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Este windows vista que ainda tenho e este último explorer metem-me nojo. Anda-me desde ontem a fechar a página quando faço "Redigir", depois recupera-a, eu insisto e aí fecha-a de vez porque "ocorreu um erro" e tenho que escrever no "Editar Htlm"... Ridículo.
P.S.: É só com o post de baixo, deve ser por causa do vídeo... Isto não é normal.
quarta-feira, 9 de março de 2011
"God is an imaginary friend for grown ups"
Walter Crewes (Morgan Freeman) em The Big Bounce (A ilha dos golpes)
P.S.: Não vi o filme, apanhei esta parte a fazer zapping.
P.S.: Não vi o filme, apanhei esta parte a fazer zapping.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Compro ou não compro?
O Napoleon Dynamite está ali à venda na Media Markt e nem sequer sei como classificar o filme, embora parvo, seja óbvio, mas ao mesmo tempo muito original, e portanto estou com uma enorme vontade de o comprar! [Era como se tivesse qualquer coisa.]
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
"(...) Esses políticos corruptos (...)"
Só por esta frase já vale a pena votar num certo candidato, até porque não ganha e não, o último lugar não lhe deve escapar... E ou era isto ou talvez o branco (ou o principal independete).
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Os anúncios das escovas de dentes são ridículos!
Os gajos apresentam novas escovas e falam nas convencionais como se os pelos não fossem à mesma maleáveis e um gajo carregando eles não chegassem à mesma onde os outros com uma variação no tamanho dos pelos chegam (embora essa variação nem seja assim tão grande)...
Eu a mandar e nada disso passava na televisão.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
As últimas aquisições musicais foram:
Surfing the Void dos Klaxons e takk... dos Sigur Rós. Portanto, um álbum recente e outro já com uns anos. E o estilo de ambos muito diferente entre si.
Surfing the Void, nada de extraordinário, mas acho que se pode considerar bom, mexido é.
Esta, talvez a melhor, Echoes:
E o takk..., nem sei bem como catalogar. Houve alguém (que eu cá sei) que uma vez me disse que Sigur Rós era amor, e acho que sim. Esta (que é espectacular), toda a gente conhece, hoppípolla e a ("continuação" ou "conclusão") með blóðnasir:
Surfing the Void dos Klaxons e takk... dos Sigur Rós. Portanto, um álbum recente e outro já com uns anos. E o estilo de ambos muito diferente entre si.
Surfing the Void, nada de extraordinário, mas acho que se pode considerar bom, mexido é.
Esta, talvez a melhor, Echoes:
E o takk..., nem sei bem como catalogar. Houve alguém (que eu cá sei) que uma vez me disse que Sigur Rós era amor, e acho que sim. Esta (que é espectacular), toda a gente conhece, hoppípolla e a ("continuação" ou "conclusão") með blóðnasir:
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
De vez em quando vou comprando um DVD, quando estão a um preço que me agrade. Claro que isso significa comprar filmes antigos, mas não me importo. De entre Juno, Seven, Leaving Las Vegas, Pulp Fiction e outros, o último foi o Snatch. Não é nenhuma obra de arte, mas adoro aquele filme, acho super divertido.
domingo, 9 de janeiro de 2011
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Felizmente escrevo cada vez menos rascunhos no telemóvel, o que fazia com que de vez em quando passasse alguns deles para aqui, o que assim, felizmente passa também a acontecer menos, ainda ontem escrevi isto quando cheguei a casa, que não faz qualquer sentido para quem ler (até eu tenho dificuldades em perceber o que realmente quereria dizer):
"Infelizmente o que era passado passa a presente quando há um novo presente."
Que frase ridícula!
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