Só por esta frase já vale a pena votar num certo candidato, até porque não ganha e não, o último lugar não lhe deve escapar... E ou era isto ou talvez o branco (ou o principal independete).
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Os anúncios das escovas de dentes são ridículos!
Os gajos apresentam novas escovas e falam nas convencionais como se os pelos não fossem à mesma maleáveis e um gajo carregando eles não chegassem à mesma onde os outros com uma variação no tamanho dos pelos chegam (embora essa variação nem seja assim tão grande)...
Eu a mandar e nada disso passava na televisão.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
As últimas aquisições musicais foram: Surfing the Void dos Klaxons e takk... dos Sigur Rós. Portanto, um álbum recente e outro já com uns anos. E o estilo de ambos muito diferente entre si. Surfing the Void, nada de extraordinário, mas acho que se pode considerar bom, mexido é. Esta, talvez a melhor, Echoes:
E o takk..., nem sei bem como catalogar. Houve alguém (que eu cá sei) que uma vez me disse que Sigur Rós era amor, e acho que sim. Esta (que é espectacular), toda a gente conhece, hoppípolla e a ("continuação" ou "conclusão") með blóðnasir:
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
De vez em quando vou comprando um DVD, quando estão a um preço que me agrade. Claro que isso significa comprar filmes antigos, mas não me importo. De entre Juno, Seven, Leaving Las Vegas, Pulp Fiction e outros, o último foi o Snatch. Não é nenhuma obra de arte, mas adoro aquele filme, acho super divertido.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Os amigos vão e vêm?!
Talvez... e vêm e voltam e vão e vêm outros e por aí fora. E outras possibilidades do género.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Há bocado vi pela primeira vez o Vicky Cristina Barcelona na RTP1 – que se não for assim nem vejo filmes –, sim, é engraçado. Bastante engraçado.
Felizmente escrevo cada vez menos rascunhos no telemóvel, o que fazia com que de vez em quando passasse alguns deles para aqui, o que assim, felizmente passa também a acontecer menos, ainda ontem escrevi isto quando cheguei a casa, que não faz qualquer sentido para quem ler (até eu tenho dificuldades em perceber o que realmente quereria dizer):
"Infelizmente o que era passado passa a presente quando há um novo presente."
Que frase ridícula!
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Diálogo por sms:
-Traz a estacao.
-Que estação?
-A estacao, oh tono!
-Ah!, a equação!
Esta gente pensa que a "escrita inteligente" é adivinha... Tive foi que ser eu a adivinhar.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
A 16 de Outubro, integrado no cartaz do Integr@-te (semana de recepção ao caloiro da UA), fui ver o Rui Veloso. Não é que fizesse questão, mas convidaram-me e lá fui, até porque nem desgosto, principalmente devido ao toque de blues.
Não estava à espera de um concerto de duas horas e meia naquele tipo de evento, e ainda por cima com dois convidados, o Jorge Palma e (acima de tudo) a Mariza, que subiu por duas vezes ao palco.
E, eu que nem sou muito fã de músicas só com um instrumento, naquele caso o piano, embora tenha harmónica de vez em quando, não sei porquê (talvez da maneira como é cantada, claro, muito blues), mas gosto d'A paixão. Pronto... eu que sou um esquisito e gosto de uma música... "banal". Foi talvez a música com mais gente a cantá-la, até os putos já com um copo a mais pararam por um momento de andar de balcão em balcão para cantar...
Se por acaso alguém se queixar que alguém lhe fez sinal de luzes na A25, se esse alguém por acaso for eu, é porque iam na faixa do meio nalguma zona de três faixas e eu tive que me desviar da primeira (mais à direita) até à terceira (mais à esquerda) para poder ultrapassar e não gostei nada. Ensinaram-me que se conduz à direita, por isso, e por favor, deixem de ser empatas e cumpram o código (que eu sou muito nervoso com estas coisas da estrada)!
A qualidade do vídeo é fraca e os músicos ainda não estavam muito bem entrosados, mas era apenas o começo.
22-10-90, Mookie Blaylock - Alive, no Off Ramp Cafe, Seattle
E aproveitando o refrão da música, continuam vivos, mesmo que tenham sido obrigados a mudar de nome. E bem, terem o nome de um basquetebolista não era lá muito original.
Até a música está viva e em mudança, em significado, primeiro era a praga de estar vivo, mas esta foi desfeita, porque o público interpretava como um sinal positivo, ter a força de continuar vivo. Como na letra, de terminar em "i'm still alive" passar a "you're still alive" ou "i, you, we all still alive" e outras que deve haver, acabei de ouvir uma que era "love still alive".
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Na semana passada, ao ler "direto" num qualquer programa da RTP1, fez-me mentalmente bater os pés à vez e continuamente de descontentamento como os meninos pequenos a fazer uma birra.
Sim, não sentimos grande empatia pelo acordo ortográfico, antes pelo contrário!..
O novo álbum de Arcade Fire, The Suburbs, adquirido há exactamente um mês, pode não ser extraordinário, mas é muito bom. Pelo menos, e na minha opinião, para quem gostou dos trabalhos anteriores da banda deverá em princípio gostar deste. Vê-se ao vivo as violinistas pela primeira vez nos teclados. A única coisa que acho pena, é deixarem de haver os dois músicos de instrumentos de sopro que existiram na digressão do Neon Bible.
Muitos críticos são parvos e acham-se superiores por trabalharem num meio de comunicação e/ou adquirirem curso de acordo com tal profissão, mas isso não lhes dá mais saber em relação à música. Não me quero estender muito, mas um exemplo que li, foi alguém escrever, que no geral não gostava de The Suburbs, que era mais do mesmo e que Funeral era bom, mas os Arcade Fire tinham morrido aí. Ora bem, estes gajos não têm qualquer bom senso, em primeiro quantas vezes ouvem o álbum para terem a certeza das suas ideias? Em segundo, maus profissionais, chegam a ser ofensivos em relação à banda sem razão (talvez a razão seja terem-se tornado demasiado conhecidos e eles pensarem que assim já não são "indie-fixe" para eles), exposição da qualidade do álbum sem floreados ridículos, apenas, por favor! E em terceiro, até se contrariam, então se Funeral foi bom e isto é mais do mesmo, logo isto é bom!! Pá, um mais um são dois, e gajos como o João Moço deviam ser proibidos de escrever. E ficamos por aqui, porque comparar com Springsteen e Young e se calhar nem se conhece exaustivamente o trabalho destes senhores e possivelmente leu-se ali no igualmente medíocre crítico internacional estas ideias que se copiaram. Lamento dizer nomes, mas teve que ser. E depois um locutor da antena 3 em entrevista a um músico ainda tem a lata de dizer em jeito de desdém, que com isto dos blogs toda a gente opina, tipo, que aqui um gajo não tem saber, como se eles tivessem só por trabalhar na rádio ou na área musical de um qualquer jornal! É pena o curso (que pensam que lhes dá superioridade na opinião deles sobre o que dissertam) não lhes dar bom senso e sensibilidade, principalmente para o que dizem/escrevem.
[*ligeiramente revisto.]
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
O Verde fez 10 anos em Março ou Abril!
sábado, 24 de julho de 2010
Quando faço uma afirmação sobre algo que ficou em falta, obviamente que pretendo uma justificação da parte responsável pela falta.
Os indivíduos de um certo género, se não perguntar directamente o "porquê" raramente respondem.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Na minha maneira de ser, estou sempre com um pé atrás em relação a quem me rodeia, mas mesmo assim consigo ser surpreendido, o que me faz pensar que para a próxima o pé tem que estar ainda mais atrás.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
É difícil ter um blog por estes dias...
Inspiração procura-se, como não se encontra, vou apenas informar que vou ali ver um episódio de Bones na Fox, que não dá mais nada.
Ah!, é ridículo, mas tive que ir a Tondela e andei meia hora à procura do carro quando me quis vir embora. As ruas parecem todas iguais e é só rotundas e cruzamentos e desorientação à mistura.